Segundas Musicais #155

Olá, pessoas!

Tudo bem com vocês?

Hoje eu tô inspirada na vibe de tradução, então, vou começar um novo segmento de playlist com a original e a versão brasileira.

Bora lá?

#SomNaCaixa

01. Marília Mendonça e Maiara e  Maraísa – Uma Vida a Mais

02. Roxette – Listen Tô Your Heart

03. Sandy & Junior – Inesquecível

04. Laura Pausini – Incancellabile

Até a próxima, gente!

Tudo aquilo que eu deixei de dizer

Em todas as oportunidades que eu achei que não seriam as últimas. Mas só algumas intermediárias entre as centenas que estavam por vir.
E não foram.

O fim não aparece junto a um ponto final na vida real. Ele tem linhas embaçadas e caminhos sinuosos. E a gente descobre só quando chega lá. (Na maior parte do tempo, somos surpreendidos por ele)
Aí é tarde demais. O momento passou. E fica o excesso de bagagem, com as coisas que deveriam ficar no meio desse caminho.
Em alguns casos, é até bom manter pertinho falas que fariam mais mal que bem. Band-aids para momentos de raiva, pontadas para ferir o outros em troca de um bem-estar ilusório e momentâneo.
Mas, e todo o afeto que se perde, sem ser compartilhado?
As palavras de amor que se enroscaram tão pertinho da saída, ficaram com medo de saltar da língua para o mundo real e retornaram ao túnel escuro.
Engolidas por suspiros longos e emaranhadas nos nós em na garganta.
Que falta faz aquilo que eu quis dizer e nunca mais terei a chance de expressar. Porque o sentimento que se vive sozinho não é a mesma coisa.
Como o mundo perdeu ondas de alegria dividida, sorrisos honestos e amor gratuito. Seja num comentário sutil ou na declaração de um amor verdadeiro.
Deixamos os nossos medos, a vergonha e o tempo passar por cima de coisas que queremos dizer. E pode ser que, amanhã, quando a coragem chegar, o timing passou.
Quantas pessoas que já se foram se saber que, num dia qualquer, pensei em alguma delas e sorri. E quis enviar uma mensagem só pra dar um alô e dizer que sentia saudade.
Mas que bobagem, um dia desses a gente se esbarraria, com certeza, foi o pensamento que veio na hora.
Só que não. Esse dia não chegou. E saudade, a vontade de ter dito algo seguirá no peito até o dia o dia do encontro, em outro plano.
Por isso, se for algo bom, que fizer bem ao coletivo, não passe vontade.
Divida esse amor, os bons sentimentos.
Diga ao próximo que ele/ela tem um sorriso cativante. Lembre ao seu amigo como é importante a presença dele em sua vida, ainda que todos os percalços da vida separem vocês na correria diária.
Não esqueça de dizer às pessoas que você ama o quanto elas são apreciadas e especiais.

Vamos deixar no rascunho, sem dizer ou se tornar oficial somente aquilo que vem no calor da briga ou em momentos em que é mais sábio se calar. Frases envenenadas com a maldade, o egoísmo ou a soberba.
Então, se for para o bem, bora espalhar “as coisa boa tudo”.

A gente não conhece o amanhã.

Aliás, nem o hoje garantimos.
Prefiro entregar para o universo, cuidadas por quem as merece, as palavras que senti em meu coração a levá-las, sem sentido, pela vida.

Segundas Musicais #154

Olá, pessoas!

Abril é mês de Oscar (pelo menos neste ano será assim, né?).

Então, bora para uma lista temática? Um esquenta para a premiação no fim do mês

Começando pela sequência de músicas indicadas para Melhor Canção Original. (Algumas das minhas favoritas desses últimos anos)

01. The Greatest Showman – This is me

02. Frozen 2 – Into The Unknown

03. Lego – O Filme- Everything is Awesome

04. Nasce Uma Estrela- Shallow

E aí, qual a música favorita de vocês?

Até a próxima! =]

– Quase sempre estamos passando pelos mesmos problemas que todo mundo, mas como fingimos que não, parece que sempre estamos sofrendo sozinhos…

“Welcome to Night Vale” , Joseph Fink e Jeffrey Cranor.

Notas da Audiovizueira n°44

Olá, pessoas!

Espero que estejam todos bem nesse período. Que tal a gente se distrair falando sobre um filme inspirado em livro?

Bora comenta Moxie, a nova produção da Netflix?

Primeiro, eu já estava muito ansiosa para assistir porque AMO adaptações literárias. Ai descobri que envolvia a Amy Poehler e soube que seria puro amor.

Sobre o que fala??

História de uma adolescente que tem uma vida normal, com aquelas preocupações de faculdade, popularidade. Padrão. Ele tem uma melhor amiga e estuda em um colégio que passa para o astro do futebol.

Normal, né? Chega a ser irritante como até ela repete frases que perpetuam esse comportamento abusivo de certos alunos.

As coisas começar a mudar com a chegada de Lucy, uma garota com personalidade forte e que, com alguns comentários certeiros e alguns casos de machismo no colégio, faz com que Vivian reflita sobre a situação de escola.

Inspirada nos anos de protestos de sua mãe, ela decide falar sobre os problemas no colégio de forma anônima: Cria uma zine feminista chamada Moxie.

A publicação é um sucesso, mas as coisas tomam uma proporção que gera problemas.

Além disso, nesse meio tem Seth, garoto fofo que vai mexer com o coração de Vivian,

• Pontos positivos

Amy produzindo e dirigindo a adaptação.

Elenco ótimo. Muito bem escolhido. Palmas para a diretora que representou muito bem muitas coisa que vemos no dia a dia.

Trilha sonora genial.

Traz para debate importantes pautas.

Direção de arte genial. Aquele quarto e, principalmente, a zine maravilhosa.

Partes mais fracas

Personagens e tramas subutilizadas. Por exemplo, a Lucy.

A rebeldia da Vivian, quando tá com a “mente aberta” é meio irritante. Ela briga com todo mundo que tá lá dando apoio.

Primeiro encontro meio esquisito.

Alguns itens não foram explicados, só esquecidos ao longo da narrativa.

Em todo caso, adorei o filme. Mesmo com uns pontinhos mais fracos.

Quem aí já assistiu?

Conta oque achou nos comentários.

Até a próxima. =]

O ano da marmota

Lembro que, de súbito, tudo era novo e assustador. Ainda que as notícias já falassem sobre o assunto, era distante.

Havia a ideia MUITO equivocada de que estava distante da gente. Lá do outro lado do mundo.

Até que bateu à nossa porta.

E nós, os que puderam, trancaram essas portas. Mantiveram distância. E estamos assim, distantes, há mais de um ano.

Obrigados a deixar a convivência diária e nos afastar de muitos dos nossos humanos amados. Para certas pessoas, significando 365 sem abraços aguardando o dia de matar a saudade. Outros terão que conviver com a saudade para sempre.

Alguns de nós foram para a linha de frente para combater o inimigo invisivel. E nossa gratidão é eterna.

Outros ficaram em casa lutando da forma como podiam.

Tudo tão confuso, incerto e tenso.

Os espaços, pequenos ou grandes, nos aprisionaram de forma claustrofóbica.

O cotidiano foi virado de cabeça para baixo. Nos adaptamos, lidamos com as necessidades da nova realidade.

Choramos, sofremos, respiramos fundo e começamos novamente. Às vezes, tudo isso antes do almoço.

Isolados, lhados. Com pressão para seguir a produtividade ou para aumentá-la.

A saúde mental ficou em algum lugar entre março e ontem. Ainda está procurando as pecinhas por ai.

Alguns não estão mais entre nós. A ausência é sentida, dolorida. Com a despedida que nem todos conseguiram ter. Mas um amor que vai seguir sempre em nossos corações.

E, após um ciclo completo, as coisas parecem iguais, às vezes pior. Uma repetição daquele início. Medo, insegurança, incerteza.

A cada dia torcemos pelo melhor, desejamos uma cura e temos a esperança de não repetir os mesmos erros e problemas no que parece o ano da marmota.

Segundas Musicais #153

Oie, gente!

Quase terminando a segundo a, maaaas, bora de música pra dar o tom da semana!

Mais uma sequência de trilhas sonoras de filmes inspirados em livros.

#SomNaCaixa

01. Bikini Kill – Rebel Girl

02. The Linda Lindas – Big Mouth

03. Rationale – Oil and Water

04. Vance Joy – Great Summer

Espero que curtam! Até a próxima!

=]