Segundas Musicais n°211

Olá, pessoas!

Em comemoração ao dia das histórias em quadrinhos, bora curtir uma playlist cheia de clipes com animações que parecem inspiradas nessas maravilhas da literatura.

#SomNaCaixa

01. A-HA – Take on Me

02. The Used – All That I’ve Got

03. Britney Spears- Break The Ice

04. Pitty – Na Sua Estante

Até a próxima! =]

Aprender a dizer adeus

Assim como a música, creio que essa seja uma lição que eu ainda vou reprovar muitas vezes.

Mesmo que seja a coisa mais natural do mundo, por que é tão difícil aceitar a despedida?

Lembranças que flutuam no mar de gente que se encontra para te ver pela última vez.

Lágrimas que estão todo o tempo nos meus olhos.

Eu me esforço para ser forte. Para apoiar quem precisa. Mas o que fazer se nem eu sei lidar com isso?

Queria te dizer que te amo só mais uma vez. Pedir para que fique bem sempre. (Já que essas foram as minhas últimas palavras para você, não é?)

Sua história centenária está guardada no coração da família. A receita natalina também já está garantida para as próximas gerações.

E seu rosto está gravado na memória e em mim (todo mundo fala que eu sou a sua cara, certo?)

Agora é o momento de descansar. Você lutou com todas as forças. Pode deixar que a gente vai seguir na batalha com você de olho em nós.

Obrigada e te amo. E até que nos encontremos novamente, adeus.

Segundas Musicais n°210

Olá, pessoas!

Depois de metade do mês já passado (olha esse tempo voando aí), bora com uma playlist que traz uma música integrante da minha tradição anual em janeiro, além de outras canções temáticas.

#SomNaCaixa

01. La Oreja de Van Gogh – 20 de Enero

02. Silva- January

03. Roberta Campos e Nando Reis – De Janeiro a Janeiro

04. Shakira- Dias de Enero

E você, tem alguma tradição musical??

Até a próxima semana! =]

Status: em um relacionamento complicado com o tempo

Como todo começo, parecia promissor. Tinha a impressão de que éramos um par perfeito.
Tantas possibilidades à nossa frente. Nada aparentava ser improvável ou impossível.
Até eu perceber que a relação não se tratava de uma via de mão dupla, mas algo extremamente unilateral.
Notei que não tinha mais toda a liberdade que antes acreditava ser algo impossível de perder.
Notei que, cada vez mais, o outro lado da dupla se tornava mais impassível, cruel e controlador.
Tudo o que eu fazia era em torno de você. sempre pensava nas coisas baseadas no quanto eu poderia “perder de você’.
Passamos de um time que ia junto conquistar as melhores coisas do mundo para uma competição de “que vai vencer a batalha”.
Sempre mais velho, mais sábio. Conhecia o mundo, os seus mistérios.
Eu, com tão pouca vivência, acreditava que quanto mais de você eu tivesse, chegaria a um momento no qual não haveria o sentimento de inferioridade.
Mas não foi isso o que aconteceu.
Eu me ressenti de tudo o que você fez, de como você passou em um piscar de olhos e eu nem percebi até ser tarde demais.
Pensar em você se tornava mais preocupante do que animador. Sua presença não era mais um rol de oportunidades, mas uma cela em que eu estava, fadada a viver cada dia pensando em tudo o que se foi.
Um dia nós fomos felizes, quando pensei que caminharíamos juntos, no mesmo ritmo. Vivendo, aprendendo e sentindo.
Mas você correu e minhas pernas não conseguiram alcançar.
Por que você vai tão rápido?
Só queria que voltássemos ao começo. Quando tudo era novo e possível. Quando eu não chorava pensando que logo não terei mais nada de você e nem sei se aproveitei o quanto poderia (ou deveria)
Implacável e invencível. Era para funcionar, mas eu não soube te entender.
Um dia isso vai terminar, mas espero que a jornada me leve ao ponto em que possamos conviver. Sem que haja meu pânico ao pensar que tudo chega ao fim.
E ser finito não impossibilita a alegria ou satisfação.
Por termos um período tão curto é que deveríamos tornar especial.
Ainda não estou nesse degrau de autoconhecimento e iluminação. Espero um dia chegar lá.
Para que eu não sinta que investi mais nessa relação. Que, de alguma forma, fui enganada.
Sempre soube quais eram as regras do jogo, mas pensei que poderia inventar outras durante a partida.
Não é assim que funciona. E, para esse relacionamento dar certo, eu preciso entender que não sou o árbitro, mas uma jogadora.
Prometo fazer o possível para o time vencer. Porque enquanto houver tempo, eu vou tentar o meu melhor para esse status de relacionamento descomplicar.

Segundas Musicais n°209

Olá, pessoas!

Outra semana chegando e taí a oportunidade de curtir uma playlist para animar os próximos dias.

Que tal uma lista cheia de músicas que carregam referências literárias ?

#SomNaCaixa

01. Taylor Swift – cardigan

02. El Canto Del Loco – Peter Pan

03. Elton John – Rocket Man

04. The Band Perry – If I Die Young

Boa semana e até a próxima! =]

Inconscientemente

Eu entrei nessa redoma que eu mesma criei.
Esse castelo (ou seria uma gaiola?) de proteção na qual nada externo pode me atacar.
Mas qual é a finalidade de se proteger do mundo quando aqui dentro eu mesma sou a prisioneira e a carrasca?
Em um universo imaginário criado para proteger um coração que agora bate acelerado, mas não pelos motivos corretos.
Até quando vou me esconder na sombra dessa caverna na qual entrei de forma voluntária para me esconder das sombras que não são tão cruéis quanto os monstros que eu trouxe aqui para dentro?
Seria essa a torre mais alta do castelo mais alto, fechada pela própria princesa a sete chaves?
A saída está tão próxima, mas tão distate ao mesmo tempo.
Ironicamente, todas as portas e janelas estão abertas, só que os meus pés não recebem a informação da minha mente para seguirem em frente por tempo suficiente para sair do isolamento voluntário.
Um passo para frente. Dois para trás. Uma dança sem ritmo que não segue nenhuma música fora as vozes dentro da minha cabeça dizendo para girar, girar e girar.
Até que meus sentidos estejam misturados e confusos.
Sem saber o que é real e o que eu imaginei.
Qual medo é meu e qual foi incutido em mim.
E todos eles me assutam na mesma proporção.
Paralisada, sozinha e afastada.
Sem me mover para mudar, sem deixar ninguém se aproximar.
Não há como sair quando impeço todos de abrirem a porta (incluindo eu).
Então, (in)conscientemente, eu sigo aqui.

Segundas Musicais n°208

Olá, pessoas!

Estamos segundando pela segunda vez no ano. Quem aí está precisando dar aquela animada?

E quantos também estão esperando o verão?? (aqui o tempo tá frio).

Então, pra incentivar o tempo a ficar mais quentinho, bora de playlist cheia de músicas com temática “verão”.

#SomNaCaixa

01. Felipe Dylon – Musa do Verão

02. Demi Lovato – Cool For The Summer

03. La Oreja de Van Gogh – Verano

04. Shawm Mendes, Tainy – Summer of Love

Qual sua música favorita de verão??

Até a próxima!! =]

Recomeçar

Todo ano a mesma coisa. Um novo começo, novas oportunidades de criarmos listas intermináveis de metas que acreditamos serem possíveis de finalizar ao longo de 365 dias.

A nossa fé inabalável de que “este ano será diferente” traz um tipo de conforto, um quentinho, mas também um certo pesar no coração. Por mais que tenhamos um otimismo quase que pueril, também nos pressionamos e enchemos o ano de uma expectativa que ele nunca pediu.

Como a virada de um dia para o outro pode ser tão cheia de significados, energias e chances?

Não vou dizer que sou imune a isso. Bem longe disso. Ainda que ative minha ansiedade, sou adepta às resoluções, às metas. No entanto, este ano eu precisei impor limites.

Para mim.

Para as minhas expectativas.

Para as minhas listas intermináveis que se amontoam como os fantasmas dos meus planejamentos passados.

É impossível viver com a constante necessidade de se provar para o mundo e para si mesma. Fica complicado seguir em frente com tantas malas para carregar. O fardo da produtividade, da mudança, do autoconhecimento e da evolução.

Sigo querendo completar cada um desses itens, mas não com check lists formatados por um bloco de meses, mas como propósitos e check points. Uma gamificação da existência.

Não preciso ler todos os livros atrasados da minha estante esse ano. Mas eu vou ler um pouco todo dia. Porque eu gosto e me faz bem. (De quebra, alguns atrasados sairão do cantinho empoeirado da prateleira).

Da mesma maneira, ainda não estamos no ano em que eu falarei todos os idiomas que desejo. Ainda assim, algum alfabeto novo será memorizado e novas palavras aprendidas. E, com certeza, aprenderei frases importantes como “Olá – Desculpe – Por Favor e O banheiro fica pra qual lado?” (Mesmo o Duolingo querendo me ensinar sobre beber leite e arroz rosa às vezes… hahahahaha)

Definitivamente, não vou chegar em 2024 com uma nova versão super saiyajin de mim, mas, pelo menos, espero não estar ansiosa por causa de tantas metas autoimpostas.

Aliás, nada de resoluções anuais, só propósitos a longo prazo. Para a vida. Para mim.

Ano novo não vai ser vida nova, mas uma mentalidade um pouco diferente. Se melhor ou pior, só o tempo irá dizer.

Segundas Musicais n°207

Olá, pessoas!

Assim como todos aqueles que renovam as suas metas e resoluções no início do ano, olha eu aqui tirando as teias de aranha do blog e voltando com muito ânimo!

E bora começar o ano com, li, as primeiras músicas que ouvi en 2023.

#SomNaCaixa

01. Dreamers – Jung Kook

02. The Astronaut – Jin

03. Unstoppable – Sia

04. I Ain’t Worried – OneRepublic

E você? Qual foi a primeira música que ouviu em 2023?

Até a próxima! =]

Segundas Musicais n°206

Nessa segunda comemorativa (para mim), vou celebrar a virada de mais uma primavera algumas músicas que fazem parte da minha história, mais pra parte “jovini”.

#SomNaCaixa

01. Raça Negra – Cigana

02. Barbra Streisand – Woman in Love

03. The Rasmus- In The Shadows

04. Teatro Mágico- Pratododia

Até a próxima!