Sem Voz #Resenha

Título/Autores: Sem Voz, Bian Philippi. Richard Daniel

Avaliação: Procurando o meu Peumour

Oie, gente!

Hoje vai uma resenha curtinha dessa fofura que eu li enquanto procurava algo para me tirar de uma ressaca literária braba.

Com uma ilustração maravilhosa, o quadrinho é pequeno, dá para ler super rápido (e, de quebra, deixa o coração quentinho na mesma agilidade)

Conta a história de Júlia, uma garota de 8 anos que fez uma cirurgia e ficou sem voz. Não se sabe se a questão será permante ou não. E, nesse meio tempo, um serzinho surge ao seu lado, fazendo companhia e sendo uma gracinha.

Quando seus pais pensam em mudá-la de colégio, a garota fica em pânico porque não vê a hora de reencontrar os amiguinhos!

Além de traços lindos e um universo com seres fantásticos inseridos, a narrativa conta com representatividade (Júlia tem dois pais que a amam muito!)

Não conhecia os autores, mas agora quero saber um pouco mais sobre o trabalho deles, sobre os Pemours e suas aventuras aqui a Terra!

Alguém já conhecia? Conta nos comentários.

Até a próxima! =[

Pocket Blue e os Gatos #Resenha

Título/Autor: Pocket Blue e os Gatos, Paulo Kielwagen

Avaliação: De olho na interação dos meus felinos.

Olá, pessoas!

Tem uns domingos em que tudo o que precisamos é de uma leitura leve para poder enfrentar a semana, não é mesmo?

E para quem é do time “pets”, não é nada melhor do que uma obra fofinha, cheia de quadrinhos engraçados e que mostram muito do cotidiano de quem vive com essas maravilhas peludinhas.

Não tenho muito o que dizer, fora que há momentos no livro em que Blue, nosso personagem principal, se vê em situações que são bem comuns para nossos gatos.

Quem nunca viu uma dupla de pets se eencarando por causa do pote de comida ou, quando chega algum “coleguinha” novo, tem aquela disputa territorial.

O quadrinho no qual Blue está arranhando o sofá até que receba uma chamada do seu dono. Cara, tenho certeza absoluta de que é um reflexo dos pensamentos dos meus gatos.

Então, humanos, se estão precisando de uma dose de gracinha e animais de estimação para deixar o coração quentinho, acho que essa é uma boa indicação.

Até a próxima! =]

Os Contos de Beedle, o Bardo #Resenha

Título/Autora/Editora: Os Contos de Beedle, o Bardo/ J.K Rowling/ Rocco

Avaliação: Tirando a poeira do contos de fadas para comparar…

Olá, pessoas!

Tem alguns momentos em que, para dar uma aliviada na mente, um respiro no momento de ansiedade, a gente precisa reencontrar um universo reconfortante, não é mesmo? E, que tal o mundo mágico, literalmente, de Harry Potter?

Direto da coleção “Biblioteca de Hogwarts”, temos um livro curtinho, prático para uma leitura ligeira em um domingo à noite ou durante uma semana particularmente corrida.

Trata-se de uma compilação de cinco contos, uma versão dos contos de fadas do mundo bruxo, assim como aqueles que nós, os trouxas, lemos para as nossas crianças antes de dormirem.

A edição traz, além das histórias, os comentários de um célebre bruxo, Alvo Dumbledore. E tem a honra de contar com a tradução de Hermione Granger. (impossível não ser cativada por essa combinação, né?)

Assim como as historietas infantis, cada uma das narrativas traz personagens que vão ensinar algo com as suas trajetórias de obstáculos, desafios e enfrentamento de características internas não muito boas.

A famosa moral da história, que mostra como podemos ser melhores a partir de “exemplos”. É um incentivo para adultos e crianças, sejam eles bruxos ou trouxas.

Nos contos, vemos temáticas que envolvem um bruxo que não gosta de quem é desprovido de magia, mas que, graças a um caldeirão saltitante, vai aprender a ser melhor e ajudar as pessoas. Tem a história traumatizante do rapaz e seu coração peludo, uma animaga que ensina uma bela lição a um farsante, um grupo que procurava uma fonte para realizar seus desejos e trazer sorte/resolver os problemas e três irmãos que querem enganar a Morte.

Tem pra todo gosto, os que deixam o coração quentinho e os que fazem com que todo mundo perca o sono. HAHAHA

E uma das coisas mais legais é o fato de termos, ao final de cada conto, os comentários e explicações do contexto histórico vindo diretamente do grande Dumbledore.

Foi interessante viajar de volta a esse mundo. Pensando seriamente em reler mais alguma coisa. =]

E ai, quem já leu? Conta o que achou.

Jogo de Amor e Ódio #Resenha

Título/Autora/Editora: Jogo do Amor/Ódio, Sally Thorne/Universo dos Livros

Avaliação: De olho nas interações dentro da firma (brincadeira, tem jogo nenhum acontecendo…)

Olá, pessoas!

Hoje tem aquela famosa resenha de livro que a gente corre para ler porque sabe que tem adaptação cinematográfica para ser lançada.

Mas, assim como a música do Bee Gees, a piada foi comigo. (Não está disponível em nenhum dos streamings que eu tenho). Tudo bem, eventualmente eu vvou assistir e fazer as comparações (mas, convenhamos, eu já terei esquecido tudo)

Obs: ressalto que esse livro não é indicado para todas as idades, então, se você não tem idade para ele, espere uns anos e volte aqui. xD

Em todo caso, bora para a história? O livro é aquele famoso romance cão e gato. Duas pessoas que se “odeiam’ e deixam isso muito claro. Joshua e Lucy trabalham como assistente executivos em uma editora (cada um responsável pelo seu CEO, fruto de uma fusão que possibilitou a continuidade do trabalho das duas empresas que estavam indo pro buraco).

Logo no primeiro dia, a relação deles não deu certo. Por uma falha de comunicação, Lucy sentiu que seu colega não gostou dela e Joshua não fez nada para mudar essa opinião. Desde então, os dois vivem na disputa diária para superar um ao outro no trabalho.

Com seus joguinhos, às vezes infantis e sem sentido, como de se encarar ou saber até qual a cor da roupa do colega em cada dia da semana, os dois são o terror do RH e não podem nem ficar sozinhos no mesmo espaço sem que as pessoas fiquem de olho para saber qual será a briga.

Mas, é claro, tudo isso é só o que aparentam na superfície. Ao longo da trama, vemos a interação deles flutuar entre o ranço, uma certa amizade e até uns flertes passivos-agressivos.

Admito que adoro o gênero, mas fiquei levemente #chateada com algumas atitudes e situações ao longo da narrativa. Esperava mais. Mesmo assim, foi uma leitura divertida.

Quem aí já leu? Conta o que achou.

Até a próxima, gente!

O Auto da Compadecida #Resenha

Livro/Autor/Editora: “O Auto da Compadecida”, Ariano Suassuna, Nova Fronteira.

Avaliação: Não sei, só sei que foi assim…

Olá, pessoas!

Chegando a resenha de hoje com essa obra maravilhosa da literatura brasileira.

Já conhecia sua versão audiovisual e fui altamente impactada ao me deparar com o audiolivro dramatizado. (Eu que já adoro audiolivros, estou até agora pensando em como ficou legal!)

Em todo caso, bora para a trama? Narrado em forma de peça teatral e com inspiração na literatura de cordel, a história, divididida em três atos acompanha as peripécias de João Grilo e seu companheiro de aventuras, Chicó.

Os dois vivem no sertão nordestino e sofrem com as agruras da terra e sobrevivem usando a sagacidade e perspicácia que só o brasileiro que precisa dar uns nós em pingo  d’água tem.

Na história, João Grilo, que traballha para o padeiro e sempre reclama da negligência do patrão, precisa encontrar uma forma de fazer o padre benzer o cachorro da nulher de seu patrão. O pobre animal está morrendo e a senhora acha quee isso vai ajudar a salvar o pet que é como um filho para ela.

Nesse enrosco, João Grilo cria uma rede de enrolação, faz com que o padre acredite que seu patrão é um homem poderoso (assim, o padre aceitaria dar sua benção). Mas tudo degringola quando o poderoso cujo nome foi usado aparece na Igreja.

Para não ser desmascarado, João Grilo vai adicionando mais e mais camadas em sua história. De uma forma ou de outra, as coisas acabam funcionando até que acaba todo mundo, literalmente, indo falar com a galera do outro lado da vida. (Ai João Grilo vai precisar usar todos os talentos para defender seu caso).

O livro aborda a problemática da miséria, a seca e a batalha contra a pobreza, mas usando uma linguajar leve e muitos momentos cômicos (ou tragicômicos).

E ai, quem já leu? Conta o que achou!

Até a próxima! =]

I Hated You First #Resenha

Título/Autora: I Hated You First, Rachel John

Avaliação: Tomando cuidado cos ranço familiar tudo. xD

Olá, pessoas!

Chegando por aqui mais uma resenha procêis!

Temos hoje aquele tipo de história que lemos nos momentos em que tudo o que precisamos é algo fofinho para deixar o coração com aquele quentinho maroto, sabe?

Uma história não muito longa, com casal no melhor estilo gato-rato que a gente ama (ou finge que não, mas, no fundo, adora ver as farpinhas)

A narrativa acompanha Clay e Lauren. Os dois trabalham no mesmo lugar, se conhecem desde sempre e tem uma relação de treta mútua. Tudo isso porque Clay é o melhor amigo do irmão – meio irmão, na realidade –  de Lauren, Parker e por causa de um histórico familiar de ciúme entre os dois, Clay faz o que pode para se afastar de Lauren.

Por outro lado, sempre se sentindo a irmã pentelha e aquela criança irritante, Lauren não se dá bem com o irmão e, ainda que tente resistir, não consegue de afastar de Clay. É um imã que leva os dois a discutirem e se alfinetarem. (A situação deles é menos tensa do que Lauren x Parker – aliás, se não fosse o Clay mediando, seria muito pior).

Ao longo do tempo, vemos os dois passarem por encontros ruins, brigas familiares, problemas no trabalho e flertes-“alfinentates”. Os dois juntos têm uma química inegável e é super interessante ver cada interação.

Destaque para a melhor amiga e companheira de apartamento de Lauren que é uma pessoa ótima e merece muito mais do que o crush zuado dela. A família Hardwood que adora se meter na vida dos outros, mas, no fundo, se ama muito e os avós de Clay que parecem peculiares (e queria que tivesse mais a participação dos dois na trama).

É um romance basicão para um dia em que você quer dar uma suspirada despretensiosa e ver dois personagem que se amam fingindo que se odeiam. xD

Por hoje é só, pessoal. Até a próxima!

Oblivion #Resenha

Título/Autor: Oblivion, Fabrício Martins (Roteiro), Laura Jardim (Ilustração)

Avaliação: Apegada a todas as memórias, até aquelas que um dia já pensei em apagar.

Olá, pessoas!

Hoje temos resenha de Graphic Novel (para mudar um pouquinho de ares, né? É sempre bom ler coisas diferentes para prestigiar os talentos múltiplos dos artistas e conhecer conteúdos novos).

No meio das “andanças” pelo #KindleUnlimited (patrocina nóis), encontrei essa obra que, vou admitir porque prezo sempre pela verdade, eu escolhi pela capa. (TEM UM GATINHO DEITADOOO!!)

Depois desse primeiro momento já cativante, ler a história foi algo ainda mais interessante.

De um jeito delicado e super criativo, inserido em um mundo do futuro tecnológico, mas que ainda tem muito da nossa realidade atual, vemos a personagem principal, Anna, sofrendo com as pressões nossas de cada dia.

Seu trabalho (em particular, o chefe), é terrível, seus pais não a entendem, ela está cansada e tem momentos deprimidos.

Um dia, encontra uma amiga e é surpreendida pelo fato da garota não a conhecer mais. Trata-se de um procedimento para retirar memórias. Pode ser feito de forma total ou selecionando alguns momentos (depende do dinheiro que tem para investir). É um negócio meio “Brilho Eterno de uma Mente Sem Lembranças”.

Durante a narrativa, vemos Anna penando com o trabalho, sofrer por amor e sendo “dobrada” em todas as situações por sua incapacidade de dizer não. Também conhecemos um aparelho meio celular-drone-robô que é o alívio cômico. (Ele sabe todas as respostas do mundo e tem sérios problemas com o gato da moça).

Achei as ilustrações lindas, a história bem contada e a forma como tratam a saúde mental de maneira criativa e sensível. Eu ri e chorei. Torci e fiquei emocionada. Foi uma ótima experiência.

Alguém ai já leu? Conta o que achou!

Até a próxima, gente! =]

Nado Livre #Resenha

Título/Autora/Editora: “Nado Livre”, Lili Reinhart, Alt

Avaliação: Pegando a toalha para me secar depois desse mergulho.

Olá, pessoas!

Hoje tem resenha de um livro que, admito, comprei pela capa.

Quando eu vi, achei super interessante. E, como estava disponível no Skeelo, não passei vontade.

A obra tem como autora a atriz Lili Reinhart (se você é fãs de Riverdale sabe quem ela é). Não sabia o que encontraria, mas fui positivamente surpreendida). Lembrando que vale um alerta de gatilho de saúde mental!

Trata-se de uma série de poesias complementadas, em algumas páginas, com ilustrações muito legais.

O que mais me cativou no livro foi o fato dos temas serem tão pessoais, mas universais. Amor, ansiedade, depressão, saúde mental, entre outros.

Aborda com naturalidade e delicadeza itens tão importantes e aproxima as pessoas que lidam diariamente com algumas dessas (ou todas) coisas dispostas nas páginas.

Eu me encontrei em diversas páginas, senti empatia e me coloquei no lugar da pessoa que estava em algum momento de ansiedade ou confusão.

Também serve para aqueles que sentem uma curiosidade de entender o outro lado dos famosos. Fora dos holofotes e roteiros existe uma pessoa de carne e osso , com sentimentos e sofrimentos (até os mais conflitantes).

Impossível não relacionar alguns versos ao namoro que ela teve com o colega de elenco, mas acho que, no geral, isso é irrelevante e vale muito mais a experiência para encontrar poesias que se aproximam do cotidiano de muita gente.

É uma leitura rápida pela estrutura do texto, mas exige um tempo para “ruminar” todo o material. (Padrão poesia).

Adorei conhecer esse outro lado da Lili e curti a publicação! Já quero mais publicações.

Quem já leu? Conta o que achou.

Tem fãs de Riverdale por aí também?

Saga Heróis do Olimpo #Resenha

Título/Autor/Editora: Percy Jackson – Os Heróis do Olimpo/ Rick Riordan/ Intrínseca

Avaliação: Tirando a poeira dos almanaques de mitologia grega e romana

Olá, pessoas!

Hoje teremos uma resenha um pouco diferente. Ao invés de escolher só um (tipo, o primeiro) dos livros, vai ter uma recapitulação da saga. Bem daquele jeitinho que eu gosto. Expressando os sentimentos e esquecendo uma parte dos ocorridos porque eu sou essa pessoa. xD

Vamos começar pelo fato de que eu demorei um pouquinho para engatar na leitura. Foram, pelo menos, dois anos entre o primeiro e o segundo livro.

Em minha defesa, eu voei pela saga dos Olimpianos. Estava completamente apaixonada por todos os personagens, apagada por cada um deles, suas trajetórias heróicas e a escrita maravilhosa do Rick Riordan.

Então, ao me deparar com uma nova etapa que começava sem alguns dos meus xodós, a minha leitora crica entrou em ação e, mesmo achando muito intrigante, não consegui seguir. Isso que dá ficar apegadíssima ao ‘elenco original”.

Maaaas, o mundo girou e eu decidi dar uma chance e, olha, foi a melhor escolha que fiz. Depois de uma distância saúdavel no relacionamento, entrar novamente nesse universo foi uma experiência tão legal quanto a primeira vez.

A partir do “Herói Perdido”, conhecemos gente nova, entre eles, Jason, garoto que chegou no rolê sem memória (#QuemNunca), Pheobe e Leo, seus amigos de colégio, ou, pelo menos, é isso que acham.

Logo de cara já dá para notar que algo de errado não está certo. Depois de um ataque, os três amigos vão parar no Acampamento Meio Sangue. Lá, descobrem toda aquela coisa de filhos de deuses e tal, têm contato com uma profecia tensa e percebem que estão envolvidos nissaê. Tudo que o que a gente conhece e ama.

Na profecia, aliás, sete semi deuses vão preecisar salvar o mundo de algo terrível (nunca é um “cêis vão ganhar um caminhão de alegria”).

Ao longo dos cinco volumes, nossos herois são enviados para missões pelo globo para evitar um problemão: Gaia vai acordar e ela não tá feliz.

Nessa trajetória, vemos o retorno de personagens que amamos e ainda mais pessoas novas (que ganham espaço no coração). Conheceos um outro acampamento, a versão romana. É muito interessante ver a diferença entre eles.

Tem essa galerinha armando altas confusões com deuses e semi-deuses meio loucos (como sempre). Passam pelo céu e o inferno (literalmente), construindo engenhocas, enfrentando desafios e provando que amor e amizade realmente são a solução (e a causa) da maior parte dos problemas.

Há problemas de memória, traumas familiares, pessoal vingativo tentando matar todo mundo e barreiras a serem vencidas.

Todos os livros são cheios de ação do começo ao fim, tem aqueles diálogos ágeis e com referências geniais.

Vale a pena dar uma chance para a saga, ver como o novo grupo se forma. É ótimo para relembrar as aulas de História e Geografia (Porque tem várias viagens pela, América do Norte, Europa, Submundo. Todos os lugares encontrados nas melhores agências de turismo).

Quem ai já leu ou quer ler? Conte nos comentários.

If The Fates Allow #Resenha

Título/Autora/Editora: If The Fates Allow, Rainbow Rowell. Amazon Original Stories

Avaliação: Preparando os estoques de máscara e álcool gel para a próxima reunião de família

Oie, pessoas!

Hoje a resenha é de um continho temático (que está um pouco fora de época, mas como eu não dalei dele antes, achei melhor seguir a premissa do “antes tarde do que nunca”). Fica aí um semi #tbt. xD

Precisava falar dessa história porque reúne alguns fatores que eu adoro: tramas com temas relacionados ao fim de ano, atuais, de deixar o coração quentinho e escritas por uma das minhas autoras favoritas da vida!. Tem como dar errado erra combinação? NÃO!

E, olha, não deu mesmo.

A história curtinha é ambientada no Natal de 2020 (com uma viagem para o futuro ao final). Envolve todo a questão pandêmica, pessoas isoladas e preocupadas (e aquelas que nao estão no mesmo nível de cuidado).

Nesse conto, temos Reagan, uma moça que está seguindo todos os protocolos de segurança, sem socialização, mas abre uma exceção para acompanhar o seu avô no Natal. Sua avó infelizmente se foi e Reagan não quer deixar o avô sozinho na data que costuma ser importante para a família.

Ela, inclusive, faz uma sobremesa tradicional das festas, mas o doce quase vai pelos ares (literalmente), quando o vizinho de seu avô e ex-colega de colégio, Mason, grita para que a garota tenha cuidado com a neve na entrada da casa.

Reagan escorrega e, ao se recompor, há uma interação/discussão que envolve uso de máscaras e distância.

Após a pequena intercorrência, ela encontra seu avô e os dois têm uma refeição calma, até porque nenhum dos dois tem o perfil falante. Aliás, na sua família, Reagan nunca seria a pessoa escolhida para acompanhar alguém ou dar conforto. É mais aquela que chamam para questões práticas e pontuais. No entanto, os dois conseguem aproveitar bem a janta.

Depois de comer e já passar um tempo vendo uns nadas na TV, ela decide tomar um ar e encontra, novamente, o vizinho do avô. Dessa vez, os dois têm uma interação menos “briguenta” e uma aproximação inesperada.

Agora vão lá ler senão eu acabo contado tudo! (Só para constar, a história está em inglês. É ótima para quem, como eu, adora treinar a língua com pequenos textos).

Vale a pena aproveitar esse conto fofo, com toques de álcool gel, muitas faces da realidade vivida na pandemia, as neuroses e tensões. A ansiedade com a saúde pessoal e daqueles que estão por porto, além do isolamento. Tudo isso embrulhado com fofura e momentos de deixar o coração quentinho. Do jeito que a maravilhosa Rainbow Rowell sabe muito bem escrever.

Quem ai já leu? Conta o que achou!