Notas da Audiovizueira nº 25

Olá, pessoas!

Hoje é dia daquela dica/resenha. Então, bora falar de coisa boa? De filme disponível no streaming!

A mais nova adaptação cinematográfica do autor Matthew Quick é “Quase uma Rockstar”. Todo mundo conhece esse escritor, né? Só a pessoa cujo livro-que-virou-filmes, “O Lado Bom da Vida” rendeu à Jennifer Lawrence seu Oscar!

Então, dessa vez, o universo é mais teen. A trama conta a história de Amber, uma jovem que está no seu último ano do colégio e é super prestativa, ajuda os outros, tem vários trampos, é ativa nas atividades escolares (principalmente as que envolvem arrecadações para causas nobres) e é mega adorável com todo mundo!

No entanto, ela tem um segredo: ela e sua mãe moram num ônibus. E ela não pode contar pra ninguém sobre essa situação.

Fator Cativação

Se você curte uns filmes de chorar, ficar emocionado, pensar no poder da amizade e do bem frente às tragédias da vida, esse é o ideal para você.

Tem desgraça em cima de desgraça acontecendo na vida de Amber, com a perda de pessoas importantes, dinheiro faltando e um animalzinho de estimação precisando de tratamento médico.

Maaaaaas, também vem o choro de emoção porque ela tem pessoas à sua volta que retribuem tudo aquilo que ela faz durante tanto tempo, sem pedir nada em troca. Tem muito amor, amizade e afeto.

Nível de Adaptação

Eu admito que faz bastante tempo que li o livro (e que não é o meu autor preferido), mas eu percebi que adoro as versões cinematográficas dos filmes dele. E, o próprio dono da história está envolvido no roteiro, então, já tinha potencial para dar certo.

Elenco

Tem uma galerinha bem boa nesse filme, a protagonista é a Auli’i Cravalho (vulgo, a Moana) e ela é ótima, além disso tem a excelente Justina Machado, de One Day At a Time, como a mãe de Amber, a Judy Reyes, de Scrubs, como a mãe do melhor amigo dela, a Carol Burnett, Fred Armisen.

E um elenco de side kicks que faria qualquer filme do Disney Channel ficar orgulhoso!

Vale a pena ver pra dar aquela bela chorada, se sentir impactada pelos golpes que a vida dá na coitada da protagonista, mas também comemorar com as suas eventuais vitórias!

Alguém aí já viu? Conta nos comentários o que achou.

Espero que gostem! Até a próxima!

A sorte do agora #Resenha

Título/Autor/Editora: A sorte do agora, Matthew Quick. Intrínseca.

Avaliação: Correndo atrás da minha jornada épica junto a colegas inusitados.

Bora começar com uma confissão básica (como sempre, né?): eu comprei esse livro por um motivo completamente fútil e eu juro por Deus que eu não faço isso tantas vezes (ok, faço mais do que eu deveria, mas não tantas vezes a ponto de ser um problema). Comprei porque essa capa é a coisa mais linda do mundo!

Sério, olha que bonitinha a capa e a fonte e as cores e tudo mais?! (Vomitando arco-íris)!!

Ok, mas também afirmo que foi um combo de beleza da capa e fé que eu boto no autor. Depois de ler “O lado bom da vida”, que eu gostei, achei que seria digno estar aí adquirinu mais uma obra do Sr. Quick.

E não me arrependi porque eu gostei muito mais desse livro!
Por algumas razões que vou enumerar abaixo enquanto explico a história.

O livro narra a trajetória de Bartholomew, um rapaz de 40 anos que vivia sozinho com a sua mãe (após o pai dele abandoná-los). A mãe dele fica doente e Bartholomew cuida dela até que, infelizmente, ela falece.

Depois de uma vida inteira vivendo sob a asa de sua mãe (e tendo um funcionamento diferente das outras pessoas, como a mãe dele dizia, o rapaz era muito inteligente para que os outros o entendessem), ele acaba deslocado sem a senhora que foi o seu alicerce.

Ele vive sozinho, mas tem a visita constante do Padre Mcnamee, um senhor com uma leve tendência à bebedeira, mas que sempre esteve ao lado de Bartholomew e sua mãe. Ele chega a ir morar com o rapaz, largando a batina e se encaminhando para uma aventura em busca do pai de Bartholomew em sua cidade natal, no Canadá.

Bartholomew é aconselhado pela sua conselheira de luto, Wendy a ter algo que deseja fazer e o rapaz escolhe, entre as coisas que gostaria de viver, beber com um amigo em um bar e ter um encontro. Isso se torna realidade quando ele conhece Max em um grupo de luto (indicado por Wendy).

Mas está deprimido após a morte de sua gata e, para adicionar coincidências, ele é irmão da “meninatecária”, uma garota por quem Bartholomew tem uma queda. Ele a observa trabalhar na biblioteca em que vai quase todos os dias!

Todos eles embarcam juntos na aventura até o Canadá. Não poderia ter um grupo mais inusitado de pessoas.

Essa jornada de Bartholomew faz com que ele aprenda a fazer novas amizades, criar laços com as pessoas e entender melhor a si mesmo (e a calar o homenzinho raivoso que vive dentro dele e fala às vezes).

Essa é uma história simpática, triste, mas cheia de momentos cômicos. Para ler de uma vez só e se encantar com os personagens (mesmo quando eles são um pouco excêntricos).

E uma das coisas mais legais é que o livro é todo escrito através de cartas que Bartholomew escreve para Richard Gere, o ator favorito de sua mãe (e o nome pelo qual ela o chamava em seus últimos momentos).

Essa foi a resenha de hoje, humanos! Até a próxima e tenham uma ótima semana!! =]

(…)a vida é escrota, aleatória e arbitraria, até que se encontre alguém que faça tudo isso fazer sentido, mesmo que apenas temporariamente

O lado bom da vida, Matthew Quick