Sinal de vida

Que uma coisa fique bem clara: eu sou péssima mantendo contato. (É um processo em andamento,vou conseguir melhorar. É uma meta a longo prazo!!

Não é falta de amor ou preocupação pelos humanos que moram no meu coração.

Eu tenho muito apreço por tantas pessoas, mas nem sempre consigo conversar, ver como as coisas estão, ligar, sair e socializar.

Meus amigos, neste dia em que celebramos este laço importante, queria agradecer por toda paciência e dizer que deveríamos funcionar no modo banco/aposentado ⇒ com prova de vida. HAHAHA.

Porque ainda que eu seja um serzinho terrivelmente isolado, com tendência a me afundar num mindinho paralelo,  eu realmente gostaria de saber como as pessoas estão.

Mas com que moral a gente chega numa pessoa três anos depois e pergunta se tá tudo bem? Não tem, né?

Ironicamente, qualquer pessoa que vier falar comigo, seja depois de 5654346 anos de conversas atrasadas ou só algumas horas, vou gostar. (E nem sempre responder na hora, mas vou ficar feliz. Entendem a problemática da coisa?)

Queria ser melhor nesse quesito, nunca deixar as pessoas sem respostas, demorar menos de 24 horas para retornar, dar o sinal de vida que tanto desejo que meus amigos e amigas deem.

Só que, enquanto eu sigo sendo essa pessoa terrível, só têm uma coisa a fazer neste Dia do Amigo: mandar um muito obrigada a todos os humanos, felinos e seres ou objetos aleatórios que eu considero parceiros essa jornada maluca gentilmente apelidada de vida! Sem a companhia, apoio, risadas, conselhos e abraços de vocês, eu não seria nada.

E mesmo quando eu tomo chá de sumiço, leio e não respondo ou deixo as mensagens pela metade, ainda assim amo muito cêis tudo. Desculpa os vacilos, os esquecimentos e a demora. Saibam que cêis nunca saem do meu coração.

Valeu por me aguentarem, impedirem que eu desista… por serem inspiração, orgulho e porto seguro.

Amo cada um de vocês especialmente espero que sempre deem sinal de vida. 🙃💛

Não jogue a toalha…

Leve-a com você na sua próxima empreitada.

Não entre em pânico e não desista. Mesmo quando o mundo parece prestes a explodir. Levando consigo aquela zona de conforto que você criou com tanto cuidado.

Quando tudo está confuso e você se sente um alienigena no meio de todos. Sem saber o que fazer ou aonde ir.

Respire fundo, abrace a toalha e prepare-se para uma aventura.

Às vezes será necessário proteger a cabeça de algo tóxico (seja um pensamento recorrente ou uma fumaça esquisita). Mas também existirão momentos para se esticar sob o sol.

Alguns dias serão de sol, outros de chuva, mas você terá sua cobertura sempre por perto.

Seja como uma ferramenta de proteção ou um abrigo, nunca se está só, abandonado ou desamparado.

Por isso, siga em frente. Encare a aventura que está à sua espera. Encontre novos horizontes, experimente outros sabores em restaurantes longínquos.

Há uma galáxia inteira te esperando! Coragem. #FORÇA! E bora lá!

Sonho Nostálgico

Esta noite em sonhei com você.

Era o presente. Os dia de hoje, já marcados pelo eco do silêncio que se instaurou entre a gente nos últimos anos.

Não foi um retorno ao último momento em que nos vimos… que nos falamos. Aquele em que o abismo já se formara entre nós.

Mesmo assim, naquele instante, nada pareceu importar. Foi como se todo o tempo separados não passasse de uma side quest, tipo o Gandalf sumindo por alguns dias, mas voltando ao grupo.

Em nossos olhares, entendimento, aceitação. A amizade que nunca deixou de existir mesmo depois de tanta coisa.

Sem palavras necessárias para explicar. Só aproveitando a companhia um do outro. Um silêncio confortável que a gente só tem com os amigos de confiança. O que nós tinhamos.

Queria te abraçar e dizer que sentia muito por não ter c correspondido às suas expectativas. Por não ser quem você e o seu coração precisavam.

Falar que entendia a distância autoimposta, mas que estaria ao seu lado em um segundo caso chamasse.

E, principalmente, contar que sinto sua falta, saudade da nossa conexão. De discutir bobagens como se foi algo sério e compartilha coisas pessoais e importantes em forma de piada. As conversas, longas ou curtas, sempre divertidas, porque eram com você.

Mas aí eu acordei.

E cê não estava ao meu lado.

E os palavras nunca saíram da minha boca. (E provavelmente nunca sairão).

Senti o oco no peito ocasionado pela sua ausência.

E torci para dormir e voltar ao meu sonho saudoso.

Tudo aquilo que eu deixei de dizer

Em todas as oportunidades que eu achei que não seriam as últimas. Mas só algumas intermediárias entre as centenas que estavam por vir.
E não foram.

O fim não aparece junto a um ponto final na vida real. Ele tem linhas embaçadas e caminhos sinuosos. E a gente descobre só quando chega lá. (Na maior parte do tempo, somos surpreendidos por ele)
Aí é tarde demais. O momento passou. E fica o excesso de bagagem, com as coisas que deveriam ficar no meio desse caminho.
Em alguns casos, é até bom manter pertinho falas que fariam mais mal que bem. Band-aids para momentos de raiva, pontadas para ferir o outros em troca de um bem-estar ilusório e momentâneo.
Mas, e todo o afeto que se perde, sem ser compartilhado?
As palavras de amor que se enroscaram tão pertinho da saída, ficaram com medo de saltar da língua para o mundo real e retornaram ao túnel escuro.
Engolidas por suspiros longos e emaranhadas nos nós em na garganta.
Que falta faz aquilo que eu quis dizer e nunca mais terei a chance de expressar. Porque o sentimento que se vive sozinho não é a mesma coisa.
Como o mundo perdeu ondas de alegria dividida, sorrisos honestos e amor gratuito. Seja num comentário sutil ou na declaração de um amor verdadeiro.
Deixamos os nossos medos, a vergonha e o tempo passar por cima de coisas que queremos dizer. E pode ser que, amanhã, quando a coragem chegar, o timing passou.
Quantas pessoas que já se foram se saber que, num dia qualquer, pensei em alguma delas e sorri. E quis enviar uma mensagem só pra dar um alô e dizer que sentia saudade.
Mas que bobagem, um dia desses a gente se esbarraria, com certeza, foi o pensamento que veio na hora.
Só que não. Esse dia não chegou. E saudade, a vontade de ter dito algo seguirá no peito até o dia o dia do encontro, em outro plano.
Por isso, se for algo bom, que fizer bem ao coletivo, não passe vontade.
Divida esse amor, os bons sentimentos.
Diga ao próximo que ele/ela tem um sorriso cativante. Lembre ao seu amigo como é importante a presença dele em sua vida, ainda que todos os percalços da vida separem vocês na correria diária.
Não esqueça de dizer às pessoas que você ama o quanto elas são apreciadas e especiais.

Vamos deixar no rascunho, sem dizer ou se tornar oficial somente aquilo que vem no calor da briga ou em momentos em que é mais sábio se calar. Frases envenenadas com a maldade, o egoísmo ou a soberba.
Então, se for para o bem, bora espalhar “as coisa boa tudo”.

A gente não conhece o amanhã.

Aliás, nem o hoje garantimos.
Prefiro entregar para o universo, cuidadas por quem as merece, as palavras que senti em meu coração a levá-las, sem sentido, pela vida.

Reflexo de uma pessoa

Em alguns momentos eu não sei se sou uma pessoa real ou só um reflexo de alguém que eu deveria ser.

Uma casca. Somente levada por aí pelo vento.

Sobrevivendo ao invés de desfrutando a vida.

Deixando passar grandes oportunidades na vida pelo simples medo de fracassar.

Mas, o que é o fracasso se não algo inventado pelo próprio humado para medir uns aos outros?

Uma forma maldosa de rotular a tentativa que não gerou o resultado que era esperado,

E por temer esse terrível fantasma que assola a alma da pessoa ansiosa, o melhor (pelo menos, na cabeça dessa mesma pessoa), é se manter escondida de tudo que passa um assustados e, potencialmente, dar muito errado.

Infelizmente, também significa barrar tudo aquilo que pode em MUITO bom. O sucesso vem da luta para que se arrisca.

Se arrisca exige dar um passo adiante, rumo ao desconhecido.

Mas quem disse que certa pessoa ansiosa consegue?

Presa às amarras invisíveis de sua procrastinação. Atordoado pelos gritos do sua mente que insiste em dizer que nada vai mudar e é melhor seguir assim.

Garantir o conforto acomodado. Muito mais vantajoso do que a derrota que pode acontecer, né?

No entanto, ainda que pareça uma feliz experiência segura, essa redoma aliena, afasta que tenta se aproximar.

Vendo o mundo e as pessoas como se fossem personagens de uma série. Torcendo e desejando o melhor, mas nunca se aproximando o suficiente para estar ao lado deles nessa batalha diária.

Nenhuma relação ou sentimento ultrapassa a fase superficial. E, eventualmente, ter mina bem tem nem começado.

Ou triste se torna a vida de um isolamento voluntário, de quem não tem coragem de se aprofundar no mar de vida por medo de se afogar.

Termina assim, com o coração doendo, encarando o nada, pintando em tudo que poderia ter lido um dia.

Mas sabendo que é, somente, um zumbi andando por aí. Só o reflexo de uma pessoa real.

Esperande o dia em que terá a coragem para se tornar alguém de verdade.

É preciso ter força…

é preciso ter raça… gana sempre!

Como bem expressa a música, tem que vir com uns adicionais de instinto, força e sobrevivência para ser mulher!

Dotadas de talentos multifuncionais, nesta semana em que celebramos o Dia Internacional de Mulher, penso em todas aquelas que que inspiram, apoiam e dão o incentivo para que as outras não desistam.

As que não soltaram as mãos umas das outras, as que abriram caminho para que tivéssemos direitos, as que perderam a vida pela nossa existência atual. Todas as que seguem em seus campos de batalha particulares ou coletivos, ameaçadas, feridas ou derrubadas…

São exemplos, inspirações. Guerreiras pela liberdade e um mundo melhor. Mais justo.

São mães, irmãs, amigas, parceiras. Munidas de palavras de afeto, mantém a chama de sororidade acesa. Impulsionam aquelas que estão ao seu lado, acompanham a caminhada

Não é fácil. Cada uma conhece a sua luta, suas dificuldades. Nesta semana de celebração, vamos olhar para todas as desbravadoras do dia-a-dia. Nossas grandes mulheres, as que estão perto ou longe.

Jornadas duplas, tarefas acumuladas. Nosso Norte, nossas broncas e conselhos. Nosso orgulho.

Gratidão eterna para as “mulheres-maravilha” desse mundo. As que estão sob holofotes ou as que levam a mudança nos bastidores da vida.

Obrigada por tudo. Por irem à luta, mesmo com medo e sem perspectiva de vitória.

Ainda falta muito. Quantas de nós sofrem diariamente? Perdem suas vidas, suas luzes.

Por isso, sejamos hoje e sempre, as chamas que acendem na luz na escuridão. Emanando amor e lutando por todos. Que ninguém fique para trás!

Que a semana traga debates, conversas e diálogos, É potencial para evolução positivas.

Enquanto seria, que não falte força para transformar o mundo em um lugar seguro e cheio de amor!

Zero Foco

Perdi o fio da meada… de novo.

Aliás, estou tão longe do fio que eu nem sei se ele esteve aqui algum dia.

Olho para todos os lados tentando lembrar o que eu estava fazendo. O que eu devia ter feito. Ou o que eu fiz.

Já nem sei mais.

Sou um saquinho de confusão e falta de organização.

Perdida em um mar de prioridades que eu nunca soube priorizar.

Escondida em uma ideia de abraça o mundo, ter diversos projetos, mas nunca conseguir manter o plano.

Se a minha capacidade de disciplina e planejamento fosse uma bússola, acho que teria um imã gigante colado nela, fazendo com que a sua seta girar descontroladamente!

Impedindo o encontro com o Norte.

O lugar desejado. O destino.

Comecei se parei tantas vezes que estou incerta sobre o que coloquei no GPS mental.

Eram tantos sonhos, vontades e possibilidades.

Mas elas se perderam nos minutos preciosos encarando a parede. No vórtice de vídeos inúteis e tudo o que eu vi no lugar de minha tarefa inicial.

Minha Dory interior tá sempre esquecendo das coisas. Algum dia são mais fácies que os outros, mas é uma batalha constante.

Inclusive, eu tenha outro texto não hoje, lá que perdi o foco de comecei outro.

Frustrações

Não sou a primeira e nem serei a última a ter uma expectativa frustrada.

Mas como dói ter sonhos e esperanças em algo que termina de uma forma que não é a desejada.

Primeiro chega a indignação, o sentimento de injustiça. Como se o mundo nos deveser aquela vitória.

Buscamos os culpados externos antes mesmo de entender qual a nossa parcela nessa equação.

Depois vem a tristeza que nos assola. Como se nada nunca desse certo e a nossa única solução forte aceitar a vida de derrota.

Em seguida vem a raiva de tudo e de todos. Se não querem ajudar, que se acabem sozinhos.

Nesse entremeio, somos acometidos por lampejos de consiciência. Pensamos na possibilidade da vida não ser uma série de desventuras. Buscamos uma luz..

Até cair no estágio de choro ao lembrar do “fracasso”. Como bovinos, ruminandos e remoemos a situação. (Nessa etapa existe o consumo de substâncias à base de cacau ou alimentos gordurosos que acabam com o fígado para dar pequenos alívios à mente. ( Pelo menos no meu caso).

Choro, raiva, angústia. Pensar em tudo o que poderia ser feito de outra forma.

Se culpar, trancar- se nos pensamentos…

Acreditar que nunca haverá uma nova chance para
conquistar o que deseja.

Truques do cérebro frustrado para evitar dores de novas tentativas.

Às vezes as coisas vão dar errado. Você vai precisar mudar de planos.

Ainda que sinta-se triste e desmotivado. Com vontade de desistir e esquecer algum sonho. Não se sabote! O medo da falha não pode ser maior do que a vontade de alcançar os seus objetivos.

Todo mundo que venceu, um dia teve perdas. Isso ajuda a crescer, evoluir.

Não ache que a galera bem sucedida nunca chorou largada. (Salvo exceções, sempre tem…)

As frustações são parte do aprendizado. Vai ser dolorido?

SIM.

Vamos gostar da sensação?

NÃO!

Envolverá lágrimas?

De vez em quando…

Mas toda experiência é válida.

Então, respira fundo and embrace the frustação. xD

Eventualmente, vamos entender cada uma delas.

Silêncio Ensurdecedor

Todos se calaram.

Não consigo mais encontrar nada dentro dessa mente que parece mais um buraco negro que engoliu todos os meus pensamentos.

Eles estavam aqui até agora. Onde foram parar?

Será que encontraram alguma lembrança e decidiram ir embora?

Ou perceberam que aqui não valia mais a pena ficar?

Não importa qual tenha sido a razão. Não tem nada mais aqui. Não há uma só voz falando nesse lugar.

E é impossível lidar com isso.

Queria só que aquela bagunça organizada retornasse.

Quando tudo fazia mais sentido, ainda que as coisas estivessem todas fora do lugar.

Aqule caos era o meu espaço seguro.

Agora, esse silêncio me angustia.

Encolhe a minha alma.

Só consigo aceitar a solidão e me esconder de mim mesma nesse vazio.

Esperando que um dia, alguém volte para me acompanhar.

Enquanto isso, vou convivendo com o som das minhas lágrimas molhando o chão.

Ecoando os soluços tristes de uma mente num vazio total.

Não aquele da meditação, do espaço zen.

Mas a da neurose e da ansiedade.

Quando esses momentos chegam, podem durar um minuto ou uma hora.

Como uma queda de energia. Um apagão solitário.

Uma pessoa procurando o caminho de volta dentro de si.

Buscando o botão do volume para, mais uma vez, acabar com o silêncio e voltar às atividades.

As definições de tempo foram atualizadas

Paro para pensar em algo que aconteceu. Quando foi? Semana passada?

Puxar na memória a sensação de que já havia ocorrido há muitos dias me envolve.

Com algumas pesquisas e verificações mentais, noto, com surpresa, que já perdi a conta. 

Tudo passou num instante, ainda que tenha sido horas e horas.

Mas, se for parar para refletir, não é tão estranho assim, não é mesmo?

Quem pode dizer que o tempo não está passando de um jeito esquisito, que os dias não são compridos demais, pesados,só que, mesmo assim, rápidos como um piscar de olhos.

Foi como um intervalo entre um cochilo, aquela siesta no meio da tarde que senti esse ano começar e já chegar no segundo mês.

SEGUNDO.

Como se a chegada do primeiro já não tivesse sido mais rápida do que poderia imaginar. Ainda mais se pararmos para refletir sobre como o ano que antecedeu este se passou.

Não sei mais o que fazer sobre isso. O tempo já corria de mim, fugia por entre meus dedos e escorria dos meus braços que tentava abraçá-lo para conseguir enganchar em suas dobras mais algumas atividades.

Aquelas que sempre queria fazer, mas o trabalho ou as obrigações impediam.

Tentei enrolar numa toalha, prender num potinho, enganar a ampulheta.

E não importou nada.

Minhas tentativas, súplicas, pedidos com a melhor cara de gatinho fofo.

Ele seguiu seu curso, sem esperar por nada e nem ninguém.

E agora, me parece que adiantou a marcha.

entrou no modo turbo, mas com a potência de um trator.

Se fosse uma propaganda, seria daquelas 4×4 que atravessam todos sos lugares, dos mais áridos aos mais tranquilos.

E ele nos olha, com o carinho de uma mãe que deseja que o futuro seja brilhante, mas impassível como um mestre que deseja que seu estudante não faça as coisas pela metade, que se esforce e tenha a melhor experiência (mesmo não entendendo isso na hora).

Definitivamente, as definições de tempo foram atualizadas, e muito.

Quando chega esse momento, que entendemos a importância dele, notamos ainda mais seu caráter fugaz.

Sofremos pelo fim de sua presença para alguns e pelo pouco que resta a outros.

Deixaram de ser aquilo que a gente guardava no relógio.

Ou o que era comumente “morto”, em intervalos ociosos da juventude.

Agora, essas paradas estratégicas estão cada vez mais escassas. Porque queremos aproveitar cada segundo disponível.

Segundos seguem indo embora, enquanto trocamos seus dígitos por experiências, por valores, por descanso.

Trocas justas, às vezes, nem tanto.

Aos poucos vamos aprendendo a valorizar aquilo que nos parece simplesmente dado, mas é, na verdade, uma dádiva.

E tentamos não perdê-lo, ainda que nem sempre dê certo.

Ele anda ligeiro. Um passo digno dos corredores mais ágeis do mundo.

Todo dia, um pouco menos dele pra fora, disponível à nossa frente e muito guardado dentro de nós.