Top 3 – #SuperandoMedos

Olá, humanos! Chegou mais um dia de listas aqui!!

Como toda semana, o dia de hoje me inspirou a escolher o
tema do top 3: superação de medos!

Não que eu tenha sido a pessoa mais corajosa do mundo, mas
hoje (com a ajuda de uma pessoa muito especial <3), eu consegui realizar um
procedimento que eu precisava muito, mas sempre morro de medo! (O que é? Não
vou compartilhar porque é algo que não deveria causar medo a uma adulta de 27
anos. HAHAHAHAHA)

Em todo caso, graças a essa alegria do dia, vamos aos 3
personagens que, de alguma forma, superaram seus medos e prosperaram em suas histórias!

01. Tris ( e toda a galera da série Divergente – Veronica
Roth)

Sério, medo é o que não falta nessa série. Tem uma “prova”
inteira para eles superarem os seus medos (uns com mais, outros com medos).

02. Amy/Matthew (Amy & Matthew – Cammie McGovern)

Existe muita superação nesse livro. Físicas e psicológicas.  Essa é uma história maravilhosa sobre amor e
amizade que todo mundo deveria ler!

03. A  (Todo dia –
David Levithan)

Tem que rolar muita coragem para você aguentar mudar de
corpo/vida todo dia. Ainda mais quando você encontra a pessoa com a qual você
gostaria de estar todos os dias. E o A, o protagonista sem nome precisa reunir
toda a sua coragem para lutar pelo que quer!

Cabô, gente! Semana que vem tem mais!

Bom fim de semana e juízo! =]

Teaser Trailer de Convergente! #NotinhasDaLeitora

Geeeeente! Olha o que saiu no Facebook da Rocco Jovens Leitores! O teaser trailer de Convergente (primeiro dos dois filmes que contarão o final da série)

Pra quem já tá mega ansioso para ver qualquer coisinha sobre a produção, aproveitem!!

Filmes finais da série Divergente já possuem títulos! #NotinhasDaLeitora

Saiu na mídia os títulos dos filmes que fecharão a saga Divergente no cinema.

Normalmente a gente espera por um Parte 1 e Parte 2 (ou o “inovador” – FINAL de Jogos Vorazes), mas Divergente decidiu ser mais “criativão”.

A primeira parte será como o livro, Convergente e a segunda será “Ascendente’.

Momento “todos fazem cara de ué” e esperam mais novidades sobre isso ai!

Mas o objetivo não é perder o medo. Isso seria impossível. Aprender a controlar seu medo e libertar-se dele é o verdadeiro objetivo.

Quatro, Veronica Roth.

Top 3 – Personagens que se foram (SPOILERS!SPOILERS! SPOILERS!SPOILERS!)

Eu sei que no feriado a gente que pensar em alegria,
descanso, os pés pra cima e as páginas que vamos ler dos livros que levamos em
nossas viagens. Peço só uma exceção, para esse feriado, e vamos a uma lista
mais #chatiada.

Há alguns anos, uma pessoa de quem eu gostava muito se foi,
terminou as suas tarefas por aqui e foi abrir caminho para a gente em outro
plano. E a data foi o feriado de 07 de setembro. Sendo assim, todo ano, nesse
feriado, eu me lembro com carinho e saudade daquela época em que convivemos
quase que diariamente.

Como sempre faço essas listas inspiradas em algo do sábado
ou da semana, dessa vez o top 3 de personagens que eu gostava muito e,
infelizmente, foram embora e deixaram um vazio no nosso mundo literário, mas
pelo menos sempre teremos as boas lembranças.

Aviso: SPOILERS abaixo!!!

01.  Sirius Black/
Dumbledore – Harry Potter

Esses personagens queridos me fizeram vomitar arco-íris ao
longo da série. Junto com o Harry eu aprendi a admirar e amar esses dois
exemplos que tornaram nosso bruxinho o herói que ele é. Não é de se estranhar a
minha surpresa e depressão ao ler aquelas páginas em que vi os dois indo
embora. Eu jurava que o Sirius tava vivo e era só atravessar de volta. Fiquei
no estágio de negação mais tempo do que deveria. Pelo menos o Dumbledore está
sempre à disposição no quadro, junto com os ex-diretores de Hogwarts! ❤

02. May – Carta de Amor aos Mortos

Logo que o livro começa você já sabe que a personagem não
está mais entre nós. No entanto, o que parte o coração nesse livro não é
necessariamente a surpresa da morte de May (como ocorre em outras histórias,
porque a May não é necessariamente o foco e o personagem com o qual você segue
a história e, sim, sua irmã). É o processo de aceitação de Laurel e sua
adaptação à perda da irmã que torna o livro e a morte de May mais emocional
ainda. E esse livro, particularmente, me afetou muito. Chorei, tive problemas para
dormir.

03. Tris – Trilogia Divergente

Eu tomei o spoiler da morte dela antes mesmo de pensar em
ler a trilogia. Estava vendo um vlog literário, uma tag de jogos para adivinhar
o personagem quando alguém acabou soltando a informação. Sendo assim, não
deveria me abalar tanto quando aconteceu. Mas eu fiquei abalada, chorei por
longas páginas e dividi a negação do Quatro. Cara, eu realmente adorava essa
personagem. #Sdds.

Por hoje é só, humanos! Espero que ninguém tenha tomado
spoiler involuntário! E se você também perdeu alguém e lida diariamente com a
saudade, receba meu abraço internético e meu carinho em looping <3.

Até a próxima. Bom feriado e juízo!

Top 3 – #EsperandoCalmamenteSQN

Em homenagem a essa semana na qual eu esperei rodando na cadeira, correndo com os braços para cima no corredor e dando F5 no e-mail para ver se o meu pedido já estava  a caminho, vai ai uma top 3 especial: livros que eu esperei ansiosamente a chegada.

Aos longos desses anos de vida, já estive ansiosa por muitas publicações, seja a chegada delas ao território tupiniquim com suas versões traduzidas, seja para o último livro ser finalmente escrito ou só a encomenda chegar na minha casa.

Não importa o motivo, a espera sempre parece maior quando estamos longe do nosso amor (livros, seu lindos!) e por isso vão ai os 3 que eu esperei bastante, por motivos diferentes.

01. Série Harry Potter – J.K Rowling

Aceitem, humanos! Essa série vai aparecer mais 79238878902700219 vezes na lista porque ela é genial e eu mando nesse lugar aqui. MUAHUAHUAHUAHUA. Tá, brincadeira, mas o que eu posso fazer se Harry Potter é tão legal?!

A minha espera com essa série foi a chegada de cada livro! Todo ano saia um e eu até lembro de uma amiga lendo em inglês de tão ansiosa! Depois foi a espera pelos filmes e ficou ainda mais #tensa a situação! #SddsJuventudeHP

02. Isla e o Final Feliz – Stephanie Perkins

Esse livro, o final da trilogia fofíssima da Stephanie Perkins, fez com que eu ficasse entrando em sites de editoras, planejando a compra da edição americana e torcendo com todas as minhas forças pelo lançamento do livro!

Quando chegou, esse ano, vomitei muitos arco-íris!

03. Trilogia Divergente – Veronica Roth

O caso desses livros é diferente dos outros acima, eu fiquei, literalmente, esperando a chegada dos livros na minha casa.

Após comprar, fiquei muito ansiosa e acho que nunca demorou tanto uma entrega, só porque eu queria muito que chegassem os livros!! #QuemNunca?

Por hoje é só, humanos! Até a próxima e bom fim de semana!!

Top 3 – Lugares Ingratos (mas que tem sua utilidade)

Como sempre, os meus tops são altamente influenciados pelas
situações ocorridas no meu dia e hoje, inspirada em uma garoa que se infiltrou
na minha roupa e o ponto de ônibus na localização mais ingrata de todos os
tempos, daí a idéia para o top.

Ok, pode não ser o pior ponto de ônibus do mundo, mas era
uma curva, com árvores numa altura que impediam os seres humanos de ver qual o ônibus
estava chegando! Tudo bem, pensando pelo lado positivo, uma árvore me deu uma
bela proteção contra a garoa (não aconselhável manter-se embaixo da sua amiga
verdejante em dias de trovões, criançada) e por isso o top tem seu adicional no
título.

Sendo assim, taí o top. Divirtam-se.

01. Rua dos Alfeneiros, 04 – Casa dos Dursley.

Após a morte dos seus pais, Harry Potter vai morar com os
seus tios na residência de subúrbio e, o coitado, acaba embaixo da escada, num
quartinho zuado e ainda por cima é um empregado para os tios.

Ele tem um teto e um lugar para viver e está protegido das “forças
do mal” que o perseguem, mas com um pessoal que faz o nosso querido Harry de
capacho. Mancada isso aí, “mó” lugarzinho ingrato para deixar alguém.

02. Casa do Conde Olaf

Ainda no quesito crianças que perderam os pais, ‘Desventuras
em série” ainda tem mais casos de casas do que o Harry Potter. E para ajudar, o
Conde Olaf é um vilão que tá lá só pensando em seu próprio benefício, coitada
da criançada. Outro lugarzinho ingrato, mesmo sendo, também, um teto sobre as
cabeças dos órfãos.

03. Audácia – Facção

Olha, até entendo as maravilhas da Audácia, toda a questão
sobre proteger as outras facções e sobre como você pode ser corajoso e tudo
bem. Beleza, faz sentido, aceito.

Mas escolher uma facção para ser socado, ameaçado e
arremessado para fora se for um dos piores nisso ai, acho que não é para mim.
Sou fraca e provavelmente sairia na primeira semana. Palmas para quem consegue,
mas eu vou ali plantar umas arvorezinhas enquanto isso porque “ô lugar ingrato”,
principalmente se você for um divergente.

Mesmo com toda essa ingratidão de locais, adoro essas
histórias e as altas aventuras que a galerinha do barulho de cada livro tem! =]

É o que temos para hoje, até mais, humanos!

Divergente – #Resenha de Quinta

Título/Autor: Divergente, Veronica Roth

Avaliação: Escolhendo a minha tatuagem cool para combinar com os outros Audaciosos *_*.

Eu gostaria de dizer que escolhi ler Divergente só porque
ouvi falar coisas maravilhosas sobre o livro e fiquei super animada para
conhecer a trilogia, mas, seguindo o exemplo da Franqueza, eu vou admitir (como
sempre) que eu estava receosa nessa escolha e só comecei, efetivamente, a
mergulhar na história graças ao empréstimo realizado por uma colega de
trabalho.

Como acabei de ler Jogos Vorazes, eu obviamente estou
fazendo comparações entre os dois, assim como outras pessoas devem fazer já que
essas duas franquias estão em alta no cinema. Mas não vou ficar aqui de mimim
comparado as duas porque seria bullying, que nem ficar jogando duas atrizes na
arena e fãs #TeamX e #TeamY brigando.

Continuando… o livro é narrado por Beatrice (ou seu
codinome daora, Tris), uma garota de 16 anos que vive num mundo após alguma
desgraça (vulgo, numa distopia em que, para sobreviver, a sociedade teve que se
reorganizar). Nesse mundo, existem 5 facções principais (sem o crime
organizado, no caso) e elas são Abnegação, Audácia, Franqueza, Amizade e
Erudição. Mas também tem a classe dos Sem-Facção. Aqueles que não escolhem
nenhuma das opções anteriores ou falham no processo de iniciação tornam-se os
marginais da sociedade.

Aparentemente, cada pessoa deve ser só uma coisa nessa vida,
o que faz total sentido (SQN) e cada uma dessas facções tem sua
responsabilidade para que a sociedade vá para frente. Isso seria ótimo num
mundo hipotético em que as pessoas são boas e fazem o melhor que podem para
evoluir.

Nessa sociedade, aos 16 anos, os jovens fazem um teste de
aptidão para descobrir onde se encaixam nesse mundo dividido. Elas podem seguir
seu resultado ou decidir por conta própria qual facção seguir. Se elas escolhem
sua facção de origem, continuam junto aos seus iguais e nada muda muito. Caso
escolham outra facção, o lema é “facção antes do sangue”, sendo assim, trocando
de “time”, elas nunca mais estarão com suas famílias (nem um pouco
drástico…).

Beatrice vem da Abnegação, essa facção é responsável pelas
autoridades políticas da nova sociedade já que são altruístas e, por essência,
esse é o pensamento mais útil para quem comanda o governo em prol de todos. Ela
tem um irmão, Caleb (que segundo ela é um cara da abnegação até a raiz) e seu
pai é um dos líderes políticos.

Mas Beatrice é diferente, ela não se sente altruísta o
suficiente, mas tem dúvidas sobre o que fazer e, para ajudar, seu teste é
inconclusivo, compatível com o gênero divergente. E, claro, isso não é bom.
Divergentes tem alguns problemas, primeiro, ninguém sabe o que é isso ai,
porque não deixam que saibam que existem pessoas que não se enquadram em uma só
categoria, sendo assim, são mais suscetíveis e pensar de maneiras distintas,
ponderar mais as ações e não serem comandados como rebanhos que nem outros que
só “se encaixam”, ser divergente é perigoso. Mas Beatrice não sabe os encargos
de sua situação até bem para frente.

Mesmo com dúvidas, Beatrice faz a difícil escolha de trocar
de Facção e vai para a Audácia, com o pessoal que é basicamente a equipe de
segurança da sociedade. Eles são os coolzões
que pulam de trens, fazem parkour e se divertem com a adrenalina

Seu irmão, Caleb, escolhe a Erudição, o que por si só é uma
afronta maior ainda para a família do que a escolha da Audácia da sua irmã. O
pessoal da Erudição, que basicamente têm os professores e pesquisadores da
sociedade, acredita que a Abnegação não está governando bem, que ficam
“miguelando” produtos e que seus líderes são “gente ruim”. Os dois filhos de um
dos líderes escolhendo outra Facção, além de uma história passada de Tobias, um
outro rapaz da Abnegação que foi para a Audácia e deixou seu pai, Markus (o
líder mor da sociedade) sozinho, faz com que a Erudição tenha pólvora para
queimar contra a Abnegação.

Beatrice vai para a Audácia e se torna Tris. Lá ela conhece
Christina, uma garota da Franqueza (facção onde todo mundo fala as coisas na
cara = Dó de quem é sensível lá) e elas se tornam amigas, além disso, ela faz
uma certa amizade com Al e Will. (Para alguém que não tinha amigos, só usava
cinza = padrão Abnegação e não podia olhar no espelho, isso tá ótimo).

Ela também conhece Quatro (um dos piores nomes da história
dos nomes de personagens), o instrutor gatão, Eric, um dos chefões da Audácia e
instrutor malzão, Peter (Miles Teller, te amo, mas seu personagem é uma
desgraça) ele é basicamente o nemesis da Tris.

Na Audácia, o processo de iniciação consta em treinar o
controle físico e mental. Superar (ou esconder bem) seus medos e, a melhor
parte, entre todos os que escolhem a Facção (fora os que vão ficando pelo
caminho entre o Cerimônia da Escolha e a sobrevivência ao pegar o trem – sério,
a primeira coisa a fazer é pegar um trem em movimento e saltar dele, em um
prédio!) só 10 passarão! #TáFácil.

Essa galerinha do barulho vai armar altas confusões!
Aprendendo a atirar com armas, arremessar facas, passar por simulações dos seus
piores medos, enfrentar colegas vingativos, encontrar paixões, ter a adrenalina
”mil grau” e lutar até ganhar roxos e perder sangue!

Tris vai se conhecer, descobrir a alegria (sqn) de ser
divergente, lidar com seus sentimentos, fazer tatuagens e crescer como ser
humano no processo de iniciação. Escolher a Audácia foi perigoso, mas pelo
Quatro e por tudo que ela pôde aprender, acho que valeu o custo benefício.

Ficaria muito tempo escrevendo tudo o que acontece, mas
indico a leitura conhecerem mais esse mundo distópico maroto

porque faz bem e tem mais coisa lá, saibam! HAHAHHA.

Que venha o próximo!

Até mais, humanos.