Frustrações

Não sou a primeira e nem serei a última a ter uma expectativa frustrada.

Mas como dói ter sonhos e esperanças em algo que termina de uma forma que não é a desejada.

Primeiro chega a indignação, o sentimento de injustiça. Como se o mundo nos deveser aquela vitória.

Buscamos os culpados externos antes mesmo de entender qual a nossa parcela nessa equação.

Depois vem a tristeza que nos assola. Como se nada nunca desse certo e a nossa única solução forte aceitar a vida de derrota.

Em seguida vem a raiva de tudo e de todos. Se não querem ajudar, que se acabem sozinhos.

Nesse entremeio, somos acometidos por lampejos de consiciência. Pensamos na possibilidade da vida não ser uma série de desventuras. Buscamos uma luz..

Até cair no estágio de choro ao lembrar do “fracasso”. Como bovinos, ruminandos e remoemos a situação. (Nessa etapa existe o consumo de substâncias à base de cacau ou alimentos gordurosos que acabam com o fígado para dar pequenos alívios à mente. ( Pelo menos no meu caso).

Choro, raiva, angústia. Pensar em tudo o que poderia ser feito de outra forma.

Se culpar, trancar- se nos pensamentos…

Acreditar que nunca haverá uma nova chance para
conquistar o que deseja.

Truques do cérebro frustrado para evitar dores de novas tentativas.

Às vezes as coisas vão dar errado. Você vai precisar mudar de planos.

Ainda que sinta-se triste e desmotivado. Com vontade de desistir e esquecer algum sonho. Não se sabote! O medo da falha não pode ser maior do que a vontade de alcançar os seus objetivos.

Todo mundo que venceu, um dia teve perdas. Isso ajuda a crescer, evoluir.

Não ache que a galera bem sucedida nunca chorou largada. (Salvo exceções, sempre tem…)

As frustações são parte do aprendizado. Vai ser dolorido?

SIM.

Vamos gostar da sensação?

NÃO!

Envolverá lágrimas?

De vez em quando…

Mas toda experiência é válida.

Então, respira fundo and embrace the frustação. xD

Eventualmente, vamos entender cada uma delas.

Silêncio Ensurdecedor

Todos se calaram.

Não consigo mais encontrar nada dentro dessa mente que parece mais um buraco negro que engoliu todos os meus pensamentos.

Eles estavam aqui até agora. Onde foram parar?

Será que encontraram alguma lembrança e decidiram ir embora?

Ou perceberam que aqui não valia mais a pena ficar?

Não importa qual tenha sido a razão. Não tem nada mais aqui. Não há uma só voz falando nesse lugar.

E é impossível lidar com isso.

Queria só que aquela bagunça organizada retornasse.

Quando tudo fazia mais sentido, ainda que as coisas estivessem todas fora do lugar.

Aqule caos era o meu espaço seguro.

Agora, esse silêncio me angustia.

Encolhe a minha alma.

Só consigo aceitar a solidão e me esconder de mim mesma nesse vazio.

Esperando que um dia, alguém volte para me acompanhar.

Enquanto isso, vou convivendo com o som das minhas lágrimas molhando o chão.

Ecoando os soluços tristes de uma mente num vazio total.

Não aquele da meditação, do espaço zen.

Mas a da neurose e da ansiedade.

Quando esses momentos chegam, podem durar um minuto ou uma hora.

Como uma queda de energia. Um apagão solitário.

Uma pessoa procurando o caminho de volta dentro de si.

Buscando o botão do volume para, mais uma vez, acabar com o silêncio e voltar às atividades.

Criatividade com prazo de validade

Tenho medo de um dia não conseguir escrever. De ter secado completamente completamente a suposta fonte de criatividade que me permite expressar sentimentos através de textos e sentenças por aí.

Em alguns momentos, encarar a página em branco sem ter uma frase sequer para inserir parece uma batalha. Como se houvesse um monstro a ser derrotado. E ele vive dentro de mim.

Causando ansiedade por, naqueles instantes, minha mente ser incapaz de encontrar os sinônimos, os verbos, os conectivos.

De lembrar qual era a conjugação correta e “será que um dia todas as ideias acabam, que nem um rolo de papel que em algum momento termina”.

E, quando chegar essa hora, a festa acaba. A bagunça na minha cabeça, que traz grande parte da inspiração, não será mais responsável pelo fluxo de linhas curtas e frases, muitas vezes, confusas e sarcásticos que se transformam em textos.

É uma aflição imensa de me perder numa eterna rouquidão da voz literária que, egocentricamente, imagino ter.

De que a capacidade de escrever seja como um produto perecível que um dia vai vencer.

Por isso, às vezes negligencio o precioso sono para escrever um rascunho de crônica. (Que pode ser essencial… ou não)

Encho papéis por aí com frases desconexas, opções de enredo, lampejos de iluminação.

Desejando que esse treino diário me impeça de perder a única ferramenta que alivia meus temores.

E uma palavra de cada vez, alivio a tensão e desejo viver num mundo em que nunca falte tinta na caneta, grafite na lapiseira, bateria no celular e novas ideias na cabeça .

Porque enquanto houver vida, a criatividade nunca perderá a validade.

Obrigada por não ser obrigad@

… a me aceitar do jeito que sou, mas fazer isso mesmo assim.

Dando apoio quando eu pareço completamente perdida, acolhendo a minha versão mais bodeada e não implicando com todas as neuras.

Obrigada por não ser obrigad@ a me ouvir reclamando, chorando, cantando ou espernenando…

Mas mesmo assim, não fugir quando aparece aquela música externamente suspeita no meio da playlist ou só assentir para as milhares de frases aleatórias sobre colegas desconhecidos que fizeram coisas avulsas.

Por sempre ter conselhos, sabedoria ou somente lencinhos de papel e um snack para acabar com o choro ou tristeza súbita.

E também por não compactuar com algumas versões extremamente críticas e tóxicas. Mantendo meu equilíbrio e minha melhor versão sempre atualizada.

Só gratidão por aqueles que não têm obrigação nenhuma em entender os surtos de ansiedade, as noites mal dormidas e as vontades esquisitas…

… mas seguem abraçando todas as partezinhas que juntas formam o nosso todo.

E que nunca se negam a oferecer amor, abraços e compreensão. (Às vezes debates, mas sempre para chegar a um novo consenso).

Sejam humanos, animais ou inanimados… só agradecimento e fofura por todos que nos mantém são.

Na alegria.

Na tristeza.

Na pandemia.

Online e offline.

A qualquer hora do dia, noite. Seja útil, fim de semana ou horário comercial.

Obrigada por não serem obrigad@, mas amarem meu melhor (e até o pior) mesmo assim.

Aconchego sonolento

Às vezes eu gosto de ficar só observando você dormir.

O subir e descer da sua respiração traz uma paz. Ao saber que está tranquilamente descansando. Reativando as energias.

Em segurança. No aconchego do mundo dos sonhos.

Sinto-me flutuando em uma nuvem de serenidade. Sua presença ao meu lado traz o reforço do amor. O entendimento de que não estamos sós.

É a companhia que preciso para afastar os pesadelos que atacam mesmo quando estou acordada.

Amor incondicional mesmo inconsciente. Confia em mim até pra dividir o espaço desse colchão.

Aliás, espaço que fica cada vez mais restrito com as suas esticadas. Mas não se preocupa. A gente se ajeita e cabe todo mundo.

Tipo um coração enorme!

E agora, eu que vou dar oi para o Mr. Sandman. Que está pronto pra me levar. Ou o Morfeu.

Tudo pronto pra adentrar o mundos dos sonhos, por fim. E descansar da ansiedade do dia, com a calma das respirações cadenciadas.

Contagens Diárias

Hoje eu me estressei pelo menos 1 vez. (Se fizer a conta real, vai ser preocupante demais)

Atendi a porta 2 vezes. (Não querendo, mas só assim para receber produtos e não ter que sair de casa…)

3 lavadas de cabelo, entra e saí pela porta da sala. Álcool gel.

Foram feitas 4 refeições (Sem contar os lanchinhos aleatórios, né?)

Uns 5 e-mails foram direto para o spam.

Tão perdidos quanto os 6 recados que acabaram sem resposta

Pensei nos 7 dias na semana e não consegui lembrar em qual estava.

8 tentativas de começar um texto. Recomeço. Apago, começo, apago de novo. (O que será que tem de bom nos rascunho, naqueles papéis perdidos na cabeceira, na mesa…?)

São 9 livros em meu campo de visão (os que eu conto, porque se for contabilizar todos, esse número estoura o ábaco mental). Todos lidos. Será que eu saberia contar a história deles se alguém me perguntasse. Mas, o que eu estava fazendo mesmo?

Mais de 10 perdas de foco em menos de 20 minutos. (eu tava fazendo o que mesmo?)

30 dias de um mês que acabou de começar e, quando menos percebemos, já se passaram alguns (e os boletos, as contas, o que eu preciso pagar?)

Mais de 40 rascunhos deixados para trás com ideias que se perderam com o tempo.

Minha nossa! Os 50 livros da meta de leitura que decidi aumentar agora… (por que eu faço isso?)

Foram só 60 segundos desde a minha última vontade súbita de chorar

E 70 (cê tenta/trocadilho fail [1]) parar , mas quem disse que dá certo?

A vibe dos anos 80 da música que não saí da minha playlist do dia.

“90 dias para casar”, um novo vício por uma série/reality que não entendo como surgiu ou se vai embora tão cedo…

100 condições (trocadilho #fail [2]) de contabilizar mais nada sem precisar respirar fundo, secar as lágrimas e começar tudo de novo.

Foto por Black ice em Pexels.com

Vem cá, deitar comigo no chão #Resenha

Título/Autor: Vem cá, deitar comigo no chão, Erick Saraiva

Avaliação: Esticada no chão, revezando o olhar entre o gato e o teto.

Olá, pessoas!

Sabe aquela semana super corrida, que não dá tempo nem pra pensar direito, mas cê tá querendo ler alguma coisa e sentir que cumprir pelo menos uma missão de leitura? (as pequenas vitórias da vida!).

Então, esse livro é perfeito para esse momento. Curtinho, leve e fluído de ler.

Logo do começo, já me senti conectada pela experiência do autor com sua escrita. Sabe como é #UniãoPelasPalavras!

Entre seus versos, encontramos sentimentos e situações que todos vivemos. Podem ser aquelas vozes dentro da sua cabeça que ecoam todas as mensagens erradas para você, que ativam sua ansiedade e diminuem a sua autoestima, poemas de um amor que um dia já esteve bem, sobre os relacionamento que se desenvolveram lindamente… na sua cabeça.

Fala sobre pessoas que mudam, pessoas que crescem. Que descobrem a vida sendo mais do que só dinheiro, que ela é curta e deve ser aproveitada. Trata de amor, de estar apaixonado, dos relacionamentos que poderiam dar certo e daqueles que deram muito errado. Tristezas, alegrias e esperanças.

É sobre as preocupações da vida adulta. Sobre perder aquele arquivo do computador, os medos, os sonhos…

Cada página traz algo, nem que seja uma linhazinha só que você pode olhar de dizer em voz alta “essaí sou euzinha!”.

Adoro quando eu me encontro na leitura, ainda mais em períodos de tão necessárias distração mental frente a tanta coisa rodando na cabeça. Esse livro, com certeza foi uma das melhores coisas que eu pude encontrar para aliviar a confusão da semana.

Alguém aí já leu? Conta o que achou nos comentários!

Até a próxima! =]

Botão do Descontrole

Mas não é possível, cérebro.

Toda vez a mesma coisa. Um passo em falso, um errinho (que às vezes nem foi um erro e você achou que foi…) e cê aperta o botão vermelho e entramos no modo descontrole.

Parece aquelas cenas em que as pessoas jogam tudo que está em cima da mesa no chão e faz a maior bagunça! Mas a diferença é que:

  • Não acaba num amasso entre os personagens principais.
  • Eu tenho que recolher tudo
  • Os pensamentos ficam embaralhados por horas, a cabeça vira uma anarquia em que todas as neuroses querem falar ao mesmo tempo.

Ai já começa a gritaria. A equipe TOC diz para ninguém tocar em nada que foi parar no chão até que possam pegar umas luvas e pensar em como incinerar os itens sem perder nenhuma informação vital.

Já a ansiedade, tá preocupada com tudo que envolve prazos, as listas para fazer, as anotações que fez sobre aquela palestra de 10 anos atrás ou a reunião que vai ter em 5 minutos e cadê material que a gente vai apresentar?

As neuroses já querem tacar fogo em tudo porque deve existir alguma razão para isso ter acontecido e aquilo que estava em cima da mesa foi comprometido. Agora tem que começar do zero, algo ali tá podre e precisa ser jogado fora.

A dona sanidade e seu time chegam afobados para tentar falar com todos os gritões, explicar que foi uma rajada de vento forte, um sinal do furação dos transtornos de equilíbrio que atacou a sala.

Avisa que medidas de segurança serão implementadas com a ajuda de profissionais, mas, nesse momento, todo mundo precisa ficar quieto e deixar suas funcionárias realizarem o procedimento de limpeza e organização.

Nesse momento, o prédio está com luzes piscando, alarmes soando.

Onde estão os procedimentos de emergência, vamos sobreviver? O que fazer?

É terrível não saber quem ouvir, com tanto barulho errado e a vozinha da razão tentando soar acima de todo o caos.

E aí, cérebro. Por que cê fez isso de novo?

Por causa daquela gota que transbordou o copo, o pensamento que anuviou a cabeça, desviou o foco?

Temos que trabalhar juntos, não sermos inimigos nessa guerra interna.

Somos uma equipe.

Então, pára. Eu pego o que caiu aqui desse lado, cê pega o do outro. Os dois juntos podem ajeitar essa sala mais rápido, deixar a mesa pronta pra próxima.

E vamos ver que, na realidade, nem foi tão ruim assim o que não deu certo. Em um segundo cê resolveria.

Deixa a equipe da ansiedade, da neurose e do TOC de folga hoje.

Só quem vai trabalhar é a coerência. E bora limpar essa bagunça de novo.

E aposentar esse botão do descontrole.

Foto por sum+it em Pexels.com

Experiências (teóricas) de vida

Sempre ouvi dizer que para contar boas histórias é preciso viver grandes aventuras.

Ter amores, viagens, vivências inusitadas…

Bom, também já soube de autores que criaram grandes tramas sem saírem do perímetro do suas residências.

E o que vale mais? A teoria ou a prática?

Na realidade, não acredito que seja uma competição, mas, para uma pessoas que não tem tantas milhas percorridas nesse mundão, quero asseguram a todos que tá tudo bem.

Diferente daquilo que pode nos causar pressão e nos bombardear a ansiedade, não temos que sofrem por, na realidade, não termos sofridos os grandes altos e baixos que vemos na vida dos coleguinhas.

Ter exemplos é ótimo, mas sejamos as nossas próprias bússolas.

É bom colocar a cara no mundo e tentas coisas diferentes, mas o dia a dia, até o mais rotineiro e Às vezes monótono, também é uma aventura. Acordar, enfrentar seus medos, ir à luta pelo que gosta, também é um desafio e uma experiência válida.

Todo dia é uma oportunidade de fazer algo novo, se você quiser. E pode ser dentro do seu próprio universo. Só não deixe de viver por medo de não ser o Mochileiro das Galáxias, o Desbravador do MAres Distantes.

Viva seu melhor. Aproveite cada momento e saiba que isso já é o suficiente.

Grandes ou pequenas, todos temos as nossas aventuras. Sejam elas vividas no mundo real ou ambientadas em páginas de livros e filmes.

Como nós absorvemos todas as informações e transpormos para a nossa vida e relacionamentos é o mais relevante.

Então, nessa prova da vida, vale ter o conhecimento prático ou teórico. O importante e não deixar de buscar por ele, nunca!

Foto por cottonbro em Pexels.com

Fazendo as pazes com o passado

Olá… cê tá bem?

Quanto tempo que não conversamos, né?

Como tem passado? Ou melhor, como tá aí no passado? Tá tudo meio parado, sempre na mesma?

Desculpa se te abandonei. Não foi minha intenção. É que, por muito tempo, pensar em você doía muito.

Por quê? Ah, você não sabe o que aconteceu, né?

Não queria encarar o futuro e acabar te decepcionando. Sei que sempre se preocupou com o tempo passando e como já havia perdido tanta coisa só de pensar que estava perdendo algo.

Bom, se serve de consolo, isso aí não mudou.

Outras coisas sim.

Não somos nenhuma daquelas coisas que você imaginou. Estar plena, ser independente ou com uma carreira digna de um dos livros ou séries lidas.

Aliás, alguns sonhos se perderam nas intempéries do mundo real.

Mas quer saber? Algo não mudou: sua essência. Ainda é a mesma! De quem vive com a cabeça entre nuvens de imaginação, das mais mirabolantes histórias até a conversa com os seus personagens imaginários.

Aquelas músicas que você ouvia em seus cds gravados com windows media player ou comprados em mercados “diferenciados” por aí, cê ainda ouve e sente um quentinho na alma. Mas muitas outras chegaram. E você expandiu esse universo. E MUITO!

Dos grandes amigos, alguns ficaram pelo caminho…

Todos crescem, evoluem, vão embora. Não se preocupe, outros vieram.

Animais de estimação se foram, você chorou. Outros chegaram para ocupar todo o espaço da sua cama e do coração.

Seus personagens, por um tempo, ficaram quietos. A vida fez com que eles se calassem.

A escrita e leitura tiveram foco acadêmico ou laboral por um grande período. No entanto, tudo voltou ao eixo e essas paixões retornaram ao devido espaço de destaque na vida.

Demorou, mas criei coragem para encará-la novamente e dizer que te amo. E que tá tudo bem.

Nem sempre a vida segue os planos. Tem gente melhor do que as outras nessa questão de planejamento e execução. Mas quer saber a verdade? Não tem problema nenhum ser assim! Somos floquinhos de neve únicos e especiais, com as próprias dúvidas, medos e superações.

Infelizmente, realmente perdemos conexão e oportunidades importantes. Afinal, o que somos se não seres imperfeitos que buscam nos desenvolver a cada dia?

Peço perdão pelo “gelo” durante todos os anos. Prometo que comecei a derretê-lo. E a partir de hoje, espero que possamos seguir esse caminho lado a lado de novo.

Parei de me esconder. Admiti meus erros. Aceitei os problemas e vou me esforçar para superá-los. Aliás, para superarmos!

Tudo vai dar certo. Eu tenho fé.

Espero que entenda o meu medo de encarar essa conversa franca. Não queria desapontá-la como por muito tempo acreditei que faria.

Nunca deixarei que seja esquecida. O trajeto ainda é longo. Então, sebo na canelas.

Agora que estamos juntas novamente, nada vai nos impedir de conquistar novos sonhos. Acessar horizontes nunca antes vistos.

Que nunca mais nos afastemos. E que estejamos em paz, sempre. Saiba que, sem o que você começou, não seria o que sou hoje. Posso não ser o seu futuro perfeito, mas tenho certeza de que sente orgulho dessa jornada.

Obrigada pela paciência.

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