Contagens Diárias

Hoje eu me estressei pelo menos 1 vez. (Se fizer a conta real, vai ser preocupante demais)

Atendi a porta 2 vezes. (Não querendo, mas só assim para receber produtos e não ter que sair de casa…)

3 lavadas de cabelo, entra e saí pela porta da sala. Álcool gel.

Foram feitas 4 refeições (Sem contar os lanchinhos aleatórios, né?)

Uns 5 e-mails foram direto para o spam.

Tão perdidos quanto os 6 recados que acabaram sem resposta

Pensei nos 7 dias na semana e não consegui lembrar em qual estava.

8 tentativas de começar um texto. Recomeço. Apago, começo, apago de novo. (O que será que tem de bom nos rascunho, naqueles papéis perdidos na cabeceira, na mesa…?)

São 9 livros em meu campo de visão (os que eu conto, porque se for contabilizar todos, esse número estoura o ábaco mental). Todos lidos. Será que eu saberia contar a história deles se alguém me perguntasse. Mas, o que eu estava fazendo mesmo?

Mais de 10 perdas de foco em menos de 20 minutos. (eu tava fazendo o que mesmo?)

30 dias de um mês que acabou de começar e, quando menos percebemos, já se passaram alguns (e os boletos, as contas, o que eu preciso pagar?)

Mais de 40 rascunhos deixados para trás com ideias que se perderam com o tempo.

Minha nossa! Os 50 livros da meta de leitura que decidi aumentar agora… (por que eu faço isso?)

Foram só 60 segundos desde a minha última vontade súbita de chorar

E 70 (cê tenta/trocadilho fail [1]) parar , mas quem disse que dá certo?

A vibe dos anos 80 da música que não saí da minha playlist do dia.

“90 dias para casar”, um novo vício por uma série/reality que não entendo como surgiu ou se vai embora tão cedo…

100 condições (trocadilho #fail [2]) de contabilizar mais nada sem precisar respirar fundo, secar as lágrimas e começar tudo de novo.

Foto por Black ice em Pexels.com

Vem cá, deitar comigo no chão #Resenha

Título/Autor: Vem cá, deitar comigo no chão, Erick Saraiva

Avaliação: Esticada no chão, revezando o olhar entre o gato e o teto.

Olá, pessoas!

Sabe aquela semana super corrida, que não dá tempo nem pra pensar direito, mas cê tá querendo ler alguma coisa e sentir que cumprir pelo menos uma missão de leitura? (as pequenas vitórias da vida!).

Então, esse livro é perfeito para esse momento. Curtinho, leve e fluído de ler.

Logo do começo, já me senti conectada pela experiência do autor com sua escrita. Sabe como é #UniãoPelasPalavras!

Entre seus versos, encontramos sentimentos e situações que todos vivemos. Podem ser aquelas vozes dentro da sua cabeça que ecoam todas as mensagens erradas para você, que ativam sua ansiedade e diminuem a sua autoestima, poemas de um amor que um dia já esteve bem, sobre os relacionamento que se desenvolveram lindamente… na sua cabeça.

Fala sobre pessoas que mudam, pessoas que crescem. Que descobrem a vida sendo mais do que só dinheiro, que ela é curta e deve ser aproveitada. Trata de amor, de estar apaixonado, dos relacionamentos que poderiam dar certo e daqueles que deram muito errado. Tristezas, alegrias e esperanças.

É sobre as preocupações da vida adulta. Sobre perder aquele arquivo do computador, os medos, os sonhos…

Cada página traz algo, nem que seja uma linhazinha só que você pode olhar de dizer em voz alta “essaí sou euzinha!”.

Adoro quando eu me encontro na leitura, ainda mais em períodos de tão necessárias distração mental frente a tanta coisa rodando na cabeça. Esse livro, com certeza foi uma das melhores coisas que eu pude encontrar para aliviar a confusão da semana.

Alguém aí já leu? Conta o que achou nos comentários!

Até a próxima! =]

Botão do Descontrole

Mas não é possível, cérebro.

Toda vez a mesma coisa. Um passo em falso, um errinho (que às vezes nem foi um erro e você achou que foi…) e cê aperta o botão vermelho e entramos no modo descontrole.

Parece aquelas cenas em que as pessoas jogam tudo que está em cima da mesa no chão e faz a maior bagunça! Mas a diferença é que:

  • Não acaba num amasso entre os personagens principais.
  • Eu tenho que recolher tudo
  • Os pensamentos ficam embaralhados por horas, a cabeça vira uma anarquia em que todas as neuroses querem falar ao mesmo tempo.

Ai já começa a gritaria. A equipe TOC diz para ninguém tocar em nada que foi parar no chão até que possam pegar umas luvas e pensar em como incinerar os itens sem perder nenhuma informação vital.

Já a ansiedade, tá preocupada com tudo que envolve prazos, as listas para fazer, as anotações que fez sobre aquela palestra de 10 anos atrás ou a reunião que vai ter em 5 minutos e cadê material que a gente vai apresentar?

As neuroses já querem tacar fogo em tudo porque deve existir alguma razão para isso ter acontecido e aquilo que estava em cima da mesa foi comprometido. Agora tem que começar do zero, algo ali tá podre e precisa ser jogado fora.

A dona sanidade e seu time chegam afobados para tentar falar com todos os gritões, explicar que foi uma rajada de vento forte, um sinal do furação dos transtornos de equilíbrio que atacou a sala.

Avisa que medidas de segurança serão implementadas com a ajuda de profissionais, mas, nesse momento, todo mundo precisa ficar quieto e deixar suas funcionárias realizarem o procedimento de limpeza e organização.

Nesse momento, o prédio está com luzes piscando, alarmes soando.

Onde estão os procedimentos de emergência, vamos sobreviver? O que fazer?

É terrível não saber quem ouvir, com tanto barulho errado e a vozinha da razão tentando soar acima de todo o caos.

E aí, cérebro. Por que cê fez isso de novo?

Por causa daquela gota que transbordou o copo, o pensamento que anuviou a cabeça, desviou o foco?

Temos que trabalhar juntos, não sermos inimigos nessa guerra interna.

Somos uma equipe.

Então, pára. Eu pego o que caiu aqui desse lado, cê pega o do outro. Os dois juntos podem ajeitar essa sala mais rápido, deixar a mesa pronta pra próxima.

E vamos ver que, na realidade, nem foi tão ruim assim o que não deu certo. Em um segundo cê resolveria.

Deixa a equipe da ansiedade, da neurose e do TOC de folga hoje.

Só quem vai trabalhar é a coerência. E bora limpar essa bagunça de novo.

E aposentar esse botão do descontrole.

Foto por sum+it em Pexels.com

Experiências (teóricas) de vida

Sempre ouvi dizer que para contar boas histórias é preciso viver grandes aventuras.

Ter amores, viagens, vivências inusitadas…

Bom, também já soube de autores que criaram grandes tramas sem saírem do perímetro do suas residências.

E o que vale mais? A teoria ou a prática?

Na realidade, não acredito que seja uma competição, mas, para uma pessoas que não tem tantas milhas percorridas nesse mundão, quero asseguram a todos que tá tudo bem.

Diferente daquilo que pode nos causar pressão e nos bombardear a ansiedade, não temos que sofrem por, na realidade, não termos sofridos os grandes altos e baixos que vemos na vida dos coleguinhas.

Ter exemplos é ótimo, mas sejamos as nossas próprias bússolas.

É bom colocar a cara no mundo e tentas coisas diferentes, mas o dia a dia, até o mais rotineiro e Às vezes monótono, também é uma aventura. Acordar, enfrentar seus medos, ir à luta pelo que gosta, também é um desafio e uma experiência válida.

Todo dia é uma oportunidade de fazer algo novo, se você quiser. E pode ser dentro do seu próprio universo. Só não deixe de viver por medo de não ser o Mochileiro das Galáxias, o Desbravador do MAres Distantes.

Viva seu melhor. Aproveite cada momento e saiba que isso já é o suficiente.

Grandes ou pequenas, todos temos as nossas aventuras. Sejam elas vividas no mundo real ou ambientadas em páginas de livros e filmes.

Como nós absorvemos todas as informações e transpormos para a nossa vida e relacionamentos é o mais relevante.

Então, nessa prova da vida, vale ter o conhecimento prático ou teórico. O importante e não deixar de buscar por ele, nunca!

Foto por cottonbro em Pexels.com

Fazendo as pazes com o passado

Olá… cê tá bem?

Quanto tempo que não conversamos, né?

Como tem passado? Ou melhor, como tá aí no passado? Tá tudo meio parado, sempre na mesma?

Desculpa se te abandonei. Não foi minha intenção. É que, por muito tempo, pensar em você doía muito.

Por quê? Ah, você não sabe o que aconteceu, né?

Não queria encarar o futuro e acabar te decepcionando. Sei que sempre se preocupou com o tempo passando e como já havia perdido tanta coisa só de pensar que estava perdendo algo.

Bom, se serve de consolo, isso aí não mudou.

Outras coisas sim.

Não somos nenhuma daquelas coisas que você imaginou. Estar plena, ser independente ou com uma carreira digna de um dos livros ou séries lidas.

Aliás, alguns sonhos se perderam nas intempéries do mundo real.

Mas quer saber? Algo não mudou: sua essência. Ainda é a mesma! De quem vive com a cabeça entre nuvens de imaginação, das mais mirabolantes histórias até a conversa com os seus personagens imaginários.

Aquelas músicas que você ouvia em seus cds gravados com windows media player ou comprados em mercados “diferenciados” por aí, cê ainda ouve e sente um quentinho na alma. Mas muitas outras chegaram. E você expandiu esse universo. E MUITO!

Dos grandes amigos, alguns ficaram pelo caminho…

Todos crescem, evoluem, vão embora. Não se preocupe, outros vieram.

Animais de estimação se foram, você chorou. Outros chegaram para ocupar todo o espaço da sua cama e do coração.

Seus personagens, por um tempo, ficaram quietos. A vida fez com que eles se calassem.

A escrita e leitura tiveram foco acadêmico ou laboral por um grande período. No entanto, tudo voltou ao eixo e essas paixões retornaram ao devido espaço de destaque na vida.

Demorou, mas criei coragem para encará-la novamente e dizer que te amo. E que tá tudo bem.

Nem sempre a vida segue os planos. Tem gente melhor do que as outras nessa questão de planejamento e execução. Mas quer saber a verdade? Não tem problema nenhum ser assim! Somos floquinhos de neve únicos e especiais, com as próprias dúvidas, medos e superações.

Infelizmente, realmente perdemos conexão e oportunidades importantes. Afinal, o que somos se não seres imperfeitos que buscam nos desenvolver a cada dia?

Peço perdão pelo “gelo” durante todos os anos. Prometo que comecei a derretê-lo. E a partir de hoje, espero que possamos seguir esse caminho lado a lado de novo.

Parei de me esconder. Admiti meus erros. Aceitei os problemas e vou me esforçar para superá-los. Aliás, para superarmos!

Tudo vai dar certo. Eu tenho fé.

Espero que entenda o meu medo de encarar essa conversa franca. Não queria desapontá-la como por muito tempo acreditei que faria.

Nunca deixarei que seja esquecida. O trajeto ainda é longo. Então, sebo na canelas.

Agora que estamos juntas novamente, nada vai nos impedir de conquistar novos sonhos. Acessar horizontes nunca antes vistos.

Que nunca mais nos afastemos. E que estejamos em paz, sempre. Saiba que, sem o que você começou, não seria o que sou hoje. Posso não ser o seu futuro perfeito, mas tenho certeza de que sente orgulho dessa jornada.

Obrigada pela paciência.

Foto por Jordan Benton em Pexels.com

Será?

 

A vida imita a arte. E vice versa.

E, às vezes,  uma música é a única forma de explicar o que estamos sentindo.

Como o mundo nos trata.

Esses dias, bateu uma identificação com uma certa canção nacional… será que deu para descobrir qual é?

A torrente de pensamentos aconteceu como uma releitura/emoções.

Que seguiu assim: Ainda que tentemos fugir das garras daquilo que nos faz mal. Não pertencemos a el(x).

Dominar a gente não vai trazer compreensão, não importa o quanto o elemento tóxico tente te convencer.

Não precisamos estar rodeados de pessoas para saber qual o caminho, onde estamos. Estar só não é estar solitário.

Ainda que duvidem. Essa pressão não é correta. Isso não é sinal de amor.

Geram confusão, nos fazem acreditar que tudo está em nossa cabeça, que imaginamos. E que nada vai mudar, nunca. E a batalha já está perdida, nossos esforços em vão.

Todos os monstros que inventamos ou que inventam para a gente nos engolem, nos deixam perdidos.

Noites e noites gastas por medo dessa escuridão que chega.

Isolados, sozinhos. Achando que nada mais importa no mundo.

Perdemos o sono buscando a saída. Para chegarmos ao fim são e salvos. Tentando não deixar egoísmo acabe com o coração e alma.

Conseguiremos superar isso? (Ainda mais em tempos tão difíceis!)

E tudo aquilo que não está na nossa alçada. Os erros externos, as escolhas ruins. Vamos ter que viver com as consequências disso.

Pra sempre. Nós responderemos por eles? Talvez. Mas que saibamos a nossa real parte em tudo o que acontece. E que não deixemos de lutar pelo melhor.

Será que venceremos? (se serve de consolo, eu acho que sim)

Hoje o texto tá um pouquinho diferente. Se curtiram essa “inspiração”, comentem que tó curiosa para fazer mais umas.

Foto por Pixabay em Pexels.com

Vício em procrastinar

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Olha aí as horas passando

As listas de demandas se amontoando.

Oportunidades sumindo por entre os dedos das mãos que deviam produzir algo.

Mas estão ocupadas digitando grandes nadas.

Palavras e pesquisas a esmo.

Horas e horas perdidas, sem razão.

Desculpas e desculpas empilhadas junto aos planos que nem podem ser chamados de mal sucedidos.

Porque nunca saíram do papel.

Então não há como perder um jogo que nem começou.

Todas as vezes que prometeu que iria mudar.

Melhorar.

Correr atrás dos sonhos. Parar de se acomodar com aquilo que incomoda há tempos.

Onde está o momento em que gasta as pernas indo até esse objetivo?

Foi engolido pelas cobertas. Os cinco minutinhos, que se tornaram 10… 20… 30… 60…

E não houve mudança… aquele estalo. A criação de alguma coisa.

A saída para fazer algo que motiva. Dá orgulho.

Cadê as tentativas?

Ficam só presas a frases inspiradoras e bonitas, em mensagens, sempre atrasadas, para aqueles que insistem em não desistir de quem não dá a devida atenção.

Mesmo que nem sempre mereça o esforço, já que não faz valer aquilo que te oferecem.

A vergonha da procrastinação que persegue como uma sombra. Um carrapato que não larga.

A tristeza que a acomodação traz. A sensação de que nada nunca vai mudar.

Os litros de lágrimas salgadas que escorreram e o peso no peito por seguir vivendo assim.

Uma reabilitação que se inicia, termina, parece funcionar e termina em recaída.

E com os caquinhos da sua existência espalhados, recolhidos com cuidado. Alguns perdidos, outros inutilizados.

Tenta recomeçar. Esquecer as vozes que gritam. A necessidade de tomar as mesmas decisões. Cometer os erros de sempre.

A batalha é diária. A reação química tá rolando no organismo.

O vício é uma doença que precisa de cuidado…

Engole o choro, respira fundo. Todo dia é nova oportunidade para não (se) enrolar mais uma vez.

Foto por Lina Kivaka em Pexels.com

Casa Cheia

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Consigo ouvir os primeiros sons vindos do quintal. O bom dia para os cachorros junto com algum tipo de resmungo sobre qualquer coisa simples.

Copos, itens para o café da manhã, a louça sendo lavada… começaram as atividades da casa.

Cada um tem seu horário, sua rotina. Nem sempre conseguem se ver.

Uns já precisam correr para trabalhar, jornada cedo. Café corrido. Uma bronca por não sentar para comer.

Portas abrem e fecham, assim como as torneiras. É um ecossistema que vive e funciona À sua maneira.

Tem bom dia longo, abraços, reclamações matinais. É o prelúdio para o novo dia.

Depois a programação segue normalmente. Trabalho, correria. Vida.

Longe por um tempo. Depois juntos. Depois longe. É a rotina. Ou era a rotina.

Quando unidos, risadas, falas altas.  Brigas, irritação.

Cantoria, piadas. Discussões.

Os milhares de animais fazendo a sinfonia, pedindo carinho, comida. atenção.

Resumindo: FAMÍLIA.

Panelas, máquinas, carros e televisão. Aquela série que um vê sempre. O jornal tenso que todos querem evitar. A rádio nossa de cada dia.

Já não é mais assim. A casa foi esvaziando. O distanciamento se tornou a nova realidade.

O endereço é o mesmo, mas os moradores, não.

Foi pensando em cuidados, em cuidar.

Separados, mas não isolados. Juntos, mas sem barulheira.

Não tem colher batendo na panela tão alto. Ou alguém chamando na escada.

A presença e o som fazem falta e a saudade ecoa no coração apertado. E o olho enche de lágrima.

Mas com uma chamada de vídeo aqui, uma visita segura ali (com altas doses de neurose). Tudo se alivia.

Depois volta ao novo normal.

E todo dia a gente pensa em como era quando a casa tava cheia.

Foto por Kelly Lacy em Pexels.com

Piloto Automático

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Vivendo de forma medíocre.

Nunca saindo do raso nos relacionamentos, nas interações, nos estudos, nas tentativas.

O que eu vou fazer quando não der mais tempo de tentar?

Quando as oportunidades forem embora e eu perceber que realmente eu esgotei todas as possibilidades?

Alienei as pessoas.

Afastei quem tentou se aproximar.

Não plantei as sementes e agora estou em um jardim solitário e inabitado?

O que eu faço? Para onde eu corro se as pernas já não tem mais forças, os olhos não enxergam, a voz não sai?

Presa. Isolada.

Sentenciada pelas minhas próprias ações (ou a falta delas)

Deixei esse veículo no piloto automático, mas não escolhi o destino.

Estou fadada a rodar por esse mundo. Até a gasolina acabar.

Indo por uma estrada que não sei onde termina, mas os mapas parecem já estar pré-selecionados, o caminho todo alinhado.

Sem paradas, sem novidades, sem companhia.

E nada vai mudar. A não ser que eu assuma o controle. Entenda a rota.

Por quantos quilômetros eu me deixei levar? Em que lugar desconhecido eu parei?

A partir de agora, eu comando. O caminho adiante é um mistério, mas que será desvendado aos poucos. Vivido. Aproveitado.

Olhos abertos às maravilhas que posso encontrar no caminho. Levando lembranças de cada parada, não deixando as pessoas para trás, mas trazendo todos dentro da cabeça e do coração.

Não será mais uma fuga desenfreada, agora é uma viagem em busca do autoconhecimento.

Assumindo a direção. Pilotando a própria vida.

Foto por Matheus Bertelli em Pexels.com

Concordavam sobre tudo que era importante e discutiam sobre o restante. E isso era bom também, porque, quando discutiam, Eleanor sempre fazia Park morrer de rir.

 

Eleanor & Park, Rainbow Rowell