Confetes e Serpentinas #ResenhaDeQuinta

Título/Autor(as)/Editora: Confetes e Serpentinas, uma coleção de Carnaval. Duds Saldanha, Lorrane Fortunato, Rebeca Kim, Solaine Chioro, Olívia Pilar e Vanessa Reis/ Iris Figueiredo
Avaliação: Jogando glitter pra cima e correndo atrás dos bloquinhos!

Olá, humanos!

Aproveitando esse clima de Carnaval que está quase no fim (quem está curtindo a folga solta um ahhh sofrido), hoje tem uma resenha à jato de um livro que achei ontem no meio das “andanças” no Kindle.
Ele é uma compilação de contos temáticos de Carnaval! E tem para todos os gostos!
Fala da galera do bloquinhos (mesmo que essa não seja a primeira opção), dos bailinhos em salões com direito a doguinho, têm a festa no Nordeste, no litoral.
Além disso, tem até o Carnaval daqueles que acabaram presos no trabalho (galera em São Paulo, sempre! Hahaha).
Com muita fofura, amor de infância, crushs com vizinhos e, beijos (afinal, faz parte da festa, né?), as histórias são cativantes e todo mundo vai se encontrar em alguma personagem!
Aliás, o livro é super inclusivo, com personagens lindas, empoderadas em suas cadeiras de rodas, amando o corpo com curvas e cheias de orgulho com o tom de pele lindo que possuem! Dá gosto de ler os contos e saber que muito mais gente poderá se identificar.
No geral, são narrativas dessa época de folia, mas na essência, fala muito mais de amor e, principalmente, amizade!
Cêis podem encontrar esse ebook na Amazon. É curtinho, dá pra ler enquanto um bloquinho passa! xD
Curti bastante a experiência! Já me deixou nostálgica!
Quero saber a opinião de vocês também! Quem ler pode mandar os comentários! =]
Até a próxima!

Todo Carnaval tem seu fim (e tá tudo bem)

yellow pink and blue party balloons

E como sabemos, é preciso encerrar um ciclo para começar outro!

Para aqueles que vivem essa época intensamente ou para os que não querem saber de folia.

Uns viajam para ficar mais perto de casa. Outros se distanciam dela por alguns dias.

O que importa é que, seja para curtir ou relaxar, o Carnaval contempla muita gente (porque todo mundo seria demais).

E quando ele termina (porque tudo acaba, né?), temos o fenômeno do ano novo do brasileiro.

O ponto de partida para o real início das atividades.

(Até porque os primeiros meses do ano funcionam em uma marcha diferente, como em adaptação)

Seja você folião ou do retiro, de alguma forma essa premissa vai te acertar.

Admito que para mim, uma pessoa que não vê o mundo por 5 dias durante esse período, o Carnaval tem o seu quê de emotivo.

Tal qual como o fim do ano, muitas pessoas esperam por ele com ansiedade. Preparação.

Da avenida para o mundo. De casa pros bloquinhos. Do trabalho para o descanso.

Aqueles dias de voltar para a família que, por causa da carreira ou outras escolhas, a vida separou .

É quase que um ritual de ano novo, que culmina numa virada de ciclo.

Para mim, esses dias sempre significam planejamento para o ano e organização. Seja do quarto, o armário, as intermináveis estantes de livros.

Enquanto me afundo nessas tarefas, entro em uma catarse, com direito a nostalgia, choro e suspiros longos.

(Além de muita poeira).

E quando tudo acaba. O confete pára de ser jogado. A vida real vem à tona.

Muitas vezes vem aquela queda, pela diferença entre a energia dos dias de alegria ou descanso comparado ao que virá a seguir.

Mas ao invés da tristeza pelo fim, que tal dessa vez levarmos conosco todo o ‘pacote carnavalesco”, seja ele o descanso, a viagem ou os rolês.

Todo mundo guardando o glitter na gaveta, mas deixando a bateria seguir retumbando no coração!

Que a gente comece esse “ano”, oficialmente, com os planos (séries e folia) em dia.

O fim dele é só o começo de uma nova jornada.

Bora colocar o nosso bloco na avenida, dessa vez, com as nossas metas prontas para serem cumpridas! E um novo “ano” para começar!

Foto por Ylanite Koppens em Pexels.com