Meus filhos terão computadores, sim, mas antes terão livros.

Bill Gates

Falando o mais rápido que posso #Resenha

Título/Autora/Editora: Falando o mais rápido que possa, Lauren Graham. Editora Record.

Avaliação: Tentando entender todas as falas rápidas.

Olá, gente!

A resenha de hoje é de um livro que eu li numa velocidade absurda porque estava muito cativada por cada palavra dentro das páginas!

Para os nostálgicos de Gilmore Girls, esse é um livro que vai fazer com que todos vomitem MUITOS arco-íris!

Não chega a ser uma biografia da atriz conhecida como Lorelai Gilmore (vulgo, a mãe da Rory), mas, ao longo das páginas vamos descobrindo um pouco mais sobre a sua vida.

Desde o começo, o trabalho como garçonete e uma audição um pouco vergonhosa para fazer parte de uma escola de teatro.

Mas, o que traz mais emoção são as partes relacionadas a essa querida série que marcou a vida de tanta gente.

Ela fez uma maratona das temporadas, comentou um pouco sobre cada uma e suas lembranças sobre gravar, ser contratada, todas aquelas longas páginas de diálogos, a interação com os outros atores.

Depois, compartilhou os momentos da gravação da nova etapa, feita pela Netflix em 2016 e todo o processo de retornar a Star Hollows depois de tantos anos longe!

Mencionou outros trabalhos como Parenthood e seu livro, mas o foco foi Gilmore Girls.

Adorei a leitura, voei pelas páginas e me diverti relembrando junto com ela momentos dessa série que eu tanto curti!

Quem aí já leu? O que achou?

Notas da Audiovzueira nº29

Olá, pessoas!

Hoje vamos falar de filme! Recentemente a Netflix adicionou a comédia romântica “Amor com Data Marcada”. Feita para esse período de fim de ano. Sabe aquela que faz todo mundo ficar vomitando arco-íris e achando super fofa enquanto se aquece com o verão e o clima das festas?

E para quem achava que “O Estranho Mundo de Jack’ já untava bastante feriado, acredite, essa produção mostra que quem tem limite é município e passa por diversas datas comemorativas durante o ano.

História

Basicamente, narra a trajetória de duas pessoas, Sloane e Jackson, que se conhecem de forma aleatória em uma fila para trocar seus presentes de Natal após uma noite pouco festiva com seus respectivos parentes/dates.

Irritados com toda essa pressão de ter alguém ao lado nesses dias de celebração, eles acabam decidindo que serão seus respectivos “Holidates”, ou seja, em todos os feriados eles estariam juntos só para “cumprir tabela”

Elenco

Entre as estrelas do elenco, encontramos a talentosa Emma Roberts e a genial Kristen Chenoweth. Vale ressaltar que o par romântico dela é um australiano, Luke Bracey, que eu não conhecia, mas os dois tiveram uma dinâmica muito interessante.

Pontos menos positivos

O roteiro é bem padrão, não é a melhor comédia romântica já feita, mas vale para dar umas risadinhas, uns suspiros e aproveitar naquele dia preguiça em que você só quer se distrair. Alguns diálogos tem frases e piadas que eu não curti muito, acho que já estão ultrapassadas, mas, no geral, é divertido de ver.

Fator Cativação

Provavelmente, todos os feriados e suas representações. As luzes de Natal, a festa de Ano Novo, o Dia das Bruxas, a Páscoa. Esse filme passa por grandes datas e cada uma é super bem trabalhada para que a gente sinta que é mesmo aquela comemoração. A direção de arte é a coisa mais maravilhosa dessa produção, com certeza.

Se você precisa de um filminho para curtir, sem muita pretensão, taí uma dica fofa.

E aí, alguém já assistiu? Conta o que achou nos comentários.

Até a próxima!

Aqueles que não serão nomeados

Existem alguns monstros que a gente insiste em dar nome.

Abrir espaço em nosso corpo e mente.

Mas descobri recentemente que isso aí é uma baita de uma furada. E que esse “apelido” só fez com que a situação se mantivesse ativa por mais tempo do que deverua.

Tá, parece óbvio, você diz. Maaas, sempre pensei que se colocamos uma cara ou uma nomenclatura em algo parece menos assustador.

Dá a falsa impressão de que conseguiremos enfrentar mais facilmente. Ou, que se gritar MUITO alto , vai embora.

No entanto, foi o reverso. Nomear tornou o monstro confortável, deu a impressão de que era bem-vindo aqui dentro. De que podia se manter no meu corpo, engolir a minha saúde de dentro pra fora.

Ele quis se apossar de um espaço que eu mesma liberei. E não devia.

Se ajeitou confortavelmente, fez a caminha. Cochilou, comeu, refestelou sobre a minha bondade e nem pagou o aluguel do local onde esteve.

Agora, cabô issaê. As coisas serão enfrentadas de outra forma, com a distância que precisam ter e a seriedade necessária.

Não vai ganhar alcunha nenhuma. Não nomearei nada que não faça bem e que não deva permanecer comigo.

Ainda que seja algo que me deixe confusa ou com medo, vou encarar de frente. Com as nomenclaturas oficiais, dos especialistas que conhecem a fundo e sabem como se livrar disso.

Não vai ter nem um cantinho para se abrigar em cima das minhas inseguranças.

Terá a condição de intruso, como já deveria ter sido desde o começo.

Não ganha casa, comida e cabeça desarrumada para bagunçar ainda mais. Ganha só o tratamento de “chá de sumiço” e cuidados específicos para ir embora. Que é a única coisa que merece.

Meus monstros não terão nome, sobrenome e RG. Eles serão ilustres desconhecidos. Como merecem ser!

E sairão daqui, assim que não houver mais com o que se sentirem confortáveis e acolhidos dentro de mim.

Segundas Musicais #135

Olá, pessoas!

Mais uma semana começando! Precisamos de uma animação extra porque estamos no sprint final de 2020, né?

Bora pra uma playlist cheia de músicas animadas e que fazem parte da trilha sonora de filmes inspirados em livros?

01. MARINA – “About Love” – P.S: Eu ainda te amo

02. Beach House – Take Care – A química que há entre nós

03. James Bay – Us – After

04. Major Lazer – Get Free (feat. Amber Coffman) – O sol também é uma estrela

Espero que curtam! Até a próxima!

Mas a vida não tem o hábito de dar tudo de mão beijada, ou de dar a você exatamente o que você quer naquele momento, senão ela não se chamaria vida, e sim máquina de vendas.

“Falando o mais rápido que posso”, Lauren Graham