o amor, em sua melhor forma, está mais para um carrinho de mão do que para uma rosa: às vezes cheio de pedras, uma bagunça, mas também duradouro.

Modern love: Histórias reais de amor, perda e redenção, Daniel Jones, tradução: Ana Rodrigues.

O Livro do Sim #ResenhaDeQuinta

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Título/Autor(a)/Editora: O Livro do Sim, Ziraldo. Melhoramentos.
Avaliação: Nem tirei a panela da cabeça…

Olá, pessoas!

Para a resenha de hoje, achei que seria interessante deixar os “dois lados da moeda”.

Na semana passada, teve “O Livro do Não”, uma coletânea de frases e pensamentos super fofos do Menino Maluquinho. Se não leu, confira aqui.

Por isso, nada melhor do que fechar o “ciclo” com a outra parte, que, da mesma forma que a sua versão “negativa”, não que seja um livro com bad vibes, mas tem o “Não” como palavra-chave principal, traz uma série de frases gracinha, reflexão enormes para um espacinho tão pequeno!

As temáticas abrangem família, respeito aos mais velhos, higiene (escovar os dentes é muito importante. O menino maluquinho confirmou isso aí), além de amizade (a máxima de “amigos serem humanos que não gostam das mesmas coisas que você é tragicômica e muito real às vezes”).

Tem comentários ótimos sobre a importância de ler e de transformar esse hábito em algo que seja feito por gosto e não como uma obrigação chata, enfatiza muito a relevância dos livros, o que é muito genial (já que é um livro principalmente para um público iniciante no mundo das palavras!). Tem frases motivacionais as possibilidades encontradas no novo dia, sobre ser gentil.

Ainda que não seja uma leitura focada nas “crianças crescidas”, é maravilhoso poder aproveitar essas pérolas de sabedoria inocente, em poucas páginas, cheias de ilustração. Para aqueles dias difíceis ou quando precisamos de algo para acalmar a mente, nada melhor do que uma dose de fofura ilustrada para nos ajudar, né? E o Menino Maluquinho é um clássico, impossível não se cativado!

Por hoje é só, gente.

Espero que gostem! Até a próxima!

Quem está na média não está abaixo dela. Isso, por si só, já é uma razão para alívio.

“Textos Curtos para Ler em Filas ou no Banheiro: Pequenas Crônicas Urbanas”, Flávia Souza de Siqueira