Tava na ponta da língua.

Bem no cantinho da mente.

Mas eu esqueci o que era. Fugiu tão rápido quanto apareceu.

Era para se tornar a próxima epifania da minha vida.

A virada em que descubro a resposta para a perguntar universal. O meu 42 particular (entendedores entenderão)

Aquela frase genial. O réplica ou a tréplica que deixam o oponente sem palavras e observando a sua genialidade fluir.

O tema para a história maravilhosa. O plot de uma série que teria sucesso garantido.

A declaração perfeita. O discurso mais cativante.

Ficou perdido na quina de uma sinapse qualquer. Largado junto com as ideias que nunca saíram do papel, que rolaram pelo ralo, emaranhandas nos fios de cabelo e shampoo (porque é de conhecimento geral o fato dos pensamentos mais brilhantes surgirem durante o banho, principalmente ao lavar o cabelo).

Esqueci o que eu queria dizer na crônica de hoje também… ficou assim, a possibilidade, as palavras jogadas e minha tentativa de somar alguns caracteres e produzir algo.

Quem sabe eu não lembro no meio do caminho… mas vai ficar para a próxima.

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