encontrando o conforto no desconforto.

A luta diária é uma cama de faquir, com seus afiados pregos apontados a gente. Mas que, com toda a capacidade de adaptação e criatividade,  encontramos a forma de nos ajeitar.

Contra todas as adversidades e obstáculos que aparecem no caminho.

Buscando a melhor maneira para não se machucar toda. (mesmo quando algumas feridas serão inevitáveis e outras, até necessárias para a evolução).

Dia após dia. Quedas e ascensões.

Não desistindo nunca, seguindo em frente.

Resistência e resiliência.

Cobrindo tudo nossos multibraços, as inúmeras tentativas de conseguir as melhores saídas para os piores momentos.

Tem horas que dá vontade de jogar tudo pro alto, mas se aquela joça cair pode machucar mais ainda. (E, no fim, nós teremos que recolher).


Nos desfazemos, desmontamos e remontamos.

Milhares de peças recombinadas em formas que nunca imaginaríamos.

Um tetris interno. Torcendo para as coisas se alinharam até o fim do dia.

Pra tombar na cama depois de tanta correria. Vamos ajustar o travesseiro, nos encaixar. Rolar para todos os lados se a cabeça não desligar.

Deixaremos as luzes acessas ou apagadas, com som no ouvido ou só as vozes da cabeça.

Tentaremos dormir, descasar e levantar para a próxima batalha (seja ela interna ou externa).

Evoluindo, lutando, vencendo. Seguiremos!

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