… a me aceitar do jeito que sou, mas fazer isso mesmo assim.

Dando apoio quando eu pareço completamente perdida, acolhendo a minha versão mais bodeada e não implicando com todas as neuras.

Obrigada por não ser obrigad@ a me ouvir reclamando, chorando, cantando ou espernenando…

Mas mesmo assim, não fugir quando aparece aquela música externamente suspeita no meio da playlist ou só assentir para as milhares de frases aleatórias sobre colegas desconhecidos que fizeram coisas avulsas.

Por sempre ter conselhos, sabedoria ou somente lencinhos de papel e um snack para acabar com o choro ou tristeza súbita.

E também por não compactuar com algumas versões extremamente críticas e tóxicas. Mantendo meu equilíbrio e minha melhor versão sempre atualizada.

Só gratidão por aqueles que não têm obrigação nenhuma em entender os surtos de ansiedade, as noites mal dormidas e as vontades esquisitas…

… mas seguem abraçando todas as partezinhas que juntas formam o nosso todo.

E que nunca se negam a oferecer amor, abraços e compreensão. (Às vezes debates, mas sempre para chegar a um novo consenso).

Sejam humanos, animais ou inanimados… só agradecimento e fofura por todos que nos mantém são.

Na alegria.

Na tristeza.

Na pandemia.

Online e offline.

A qualquer hora do dia, noite. Seja útil, fim de semana ou horário comercial.

Obrigada por não serem obrigad@, mas amarem meu melhor (e até o pior) mesmo assim.

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