Não há melhor lugar pra ter umas epifanias malucas do que o ônibus, né?
Ainda não sei se é por causa do balanço, do tempo ocioso ou só aquela quantidade de pessoas no mesmo lugar.
Em todo caso, pensando nesse microcosmo, o que a gente percebe?
São tantas histórias, tantas necessidades específicas, de um oi a um abraço.
Nós passamos como um raio pela vida e pelas pessoas. Aquele humano que entrou com os olhos marejados não precisava de um sorriso?
Aquela pessoa que estava em pé, não era um caso especial, mas precisava muito que alguém oferecesse o assento.
O cartão, a moeda, o objeto que alguém deixou pra trás e foi ignorado pelos outros passageiros que deixaram a companhia de ônibus cuidar disso.
A senhora que não sabia onde descer e a vergonha que você teve de ajudar.
O cartão que não passou e a pessoa teve que descer.
As pequenas gentilezas que deixamos para trás, endurecidos pelo dia a dia.
Vemos os humanos à nossa volta, mas a gente enxerga mesmo cada um?
Não digo pra sair no modo falatório do busão, tem pessoas só querendo dormir, né?
Mas de vez em quando, abra os olhos é o coração para quem tá na mesma lata de sardinha que você.
Pequenos gestos valem MUITO!

O que é simples para você pode significar o mundo para o outro.

Então, vamos abrir os olhos (da face e do coração), como diria o Teatro Mágico, emanemo-nos amor!

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