Título/Autor/Editora: A sorte do agora, Matthew Quick. Intrínseca.

Avaliação: Correndo atrás da minha jornada épica junto a colegas inusitados.

Bora começar com uma confissão básica (como sempre, né?): eu comprei esse livro por um motivo completamente fútil e eu juro por Deus que eu não faço isso tantas vezes (ok, faço mais do que eu deveria, mas não tantas vezes a ponto de ser um problema). Comprei porque essa capa é a coisa mais linda do mundo!

Sério, olha que bonitinha a capa e a fonte e as cores e tudo mais?! (Vomitando arco-íris)!!

Ok, mas também afirmo que foi um combo de beleza da capa e fé que eu boto no autor. Depois de ler “O lado bom da vida”, que eu gostei, achei que seria digno estar aí adquirinu mais uma obra do Sr. Quick.

E não me arrependi porque eu gostei muito mais desse livro!
Por algumas razões que vou enumerar abaixo enquanto explico a história.

O livro narra a trajetória de Bartholomew, um rapaz de 40 anos que vivia sozinho com a sua mãe (após o pai dele abandoná-los). A mãe dele fica doente e Bartholomew cuida dela até que, infelizmente, ela falece.

Depois de uma vida inteira vivendo sob a asa de sua mãe (e tendo um funcionamento diferente das outras pessoas, como a mãe dele dizia, o rapaz era muito inteligente para que os outros o entendessem), ele acaba deslocado sem a senhora que foi o seu alicerce.

Ele vive sozinho, mas tem a visita constante do Padre Mcnamee, um senhor com uma leve tendência à bebedeira, mas que sempre esteve ao lado de Bartholomew e sua mãe. Ele chega a ir morar com o rapaz, largando a batina e se encaminhando para uma aventura em busca do pai de Bartholomew em sua cidade natal, no Canadá.

Bartholomew é aconselhado pela sua conselheira de luto, Wendy a ter algo que deseja fazer e o rapaz escolhe, entre as coisas que gostaria de viver, beber com um amigo em um bar e ter um encontro. Isso se torna realidade quando ele conhece Max em um grupo de luto (indicado por Wendy).

Mas está deprimido após a morte de sua gata e, para adicionar coincidências, ele é irmão da “meninatecária”, uma garota por quem Bartholomew tem uma queda. Ele a observa trabalhar na biblioteca em que vai quase todos os dias!

Todos eles embarcam juntos na aventura até o Canadá. Não poderia ter um grupo mais inusitado de pessoas.

Essa jornada de Bartholomew faz com que ele aprenda a fazer novas amizades, criar laços com as pessoas e entender melhor a si mesmo (e a calar o homenzinho raivoso que vive dentro dele e fala às vezes).

Essa é uma história simpática, triste, mas cheia de momentos cômicos. Para ler de uma vez só e se encantar com os personagens (mesmo quando eles são um pouco excêntricos).

E uma das coisas mais legais é que o livro é todo escrito através de cartas que Bartholomew escreve para Richard Gere, o ator favorito de sua mãe (e o nome pelo qual ela o chamava em seus últimos momentos).

Essa foi a resenha de hoje, humanos! Até a próxima e tenham uma ótima semana!! =]

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